Dante:
Saímos logo cedo, deixando o casal dorminhoco descansando. Lucca e eu fomos para a Joalheria Oro, que pertence ao Matteo Bellini. O cara é um babaca, mas é o cara em termos de joias.
Nós escolhemos um anel em ouro branco e um modelo de aliança tripla. O anel em ouro branco tem três diamantes, simbolizando cada um de nós, e as alianças, cada cor de ouro simboliza um irmão! Eram perfeitos para a ocasião. Ela é a aliança que nos uniu ainda mais!
Estávamos finalizando a compra quando o cara de pau do Matteo apareceu.
— Olha só quem apareceu! — Matteo nos cumprimentou.
— Matteo, como vai? — perguntei.
— Eu vou bem! Vão se casar?
— Sim — respondemos os dois juntos.
— Até que enfim! Quem é a sortuda?
— Você sabe quem é! — Lucca respondeu.
— Não me diga que é a gostosona da Valéria?
— Perdeu o medo de morrer, né, Matteo? — Olhei-o com ódio.
— Ciúme não faz bem, meus amigos!
— Saiba que faremos também a Cerimônia das Rosas e, nesse caso, acho bom pensar duas vezes antes de chamar nossa mulher de gostosa ou a importunar! — Afirmei.
— Até a hora do casamento ela pode mudar de ideia.
— Vai sonhando! — Lucca estava perdendo a paciência com suas gracinhas.
— Já vou e espero ser convidado para o casamento, já que somos amigos! — Esse cara é mesmo cara de pau.
— Matteo, preciso ver a coleção de gargantilhas de submissa que você tem! — Falei, surpreendendo-o.
Ele parou no lugar e voltou a nos encarar de maneira séria.
— Vejo que o assunto não é brincadeira, né? Vão mesmo se casar de todas as maneiras possíveis!
— Sim, ainda tinha dúvidas? — Indaguei.
— Achava que era só sexo! Pela primeira vez, vejo dominadores experientes se deixarem dominar dessa maneira. Acontecem muitos rituais em nosso meio apenas pela submissão perfeita. É a primeira vez que vejo isso acontecer também por amor!
— Se cuida, pode ser o próximo — eu disse, rindo.
— Jamais, meu amigo, desse mal não morro!
— Cuidado, nunca diga dessa água não beberei. — Lucca zombou.
— Vocês me conhecem. Sou de todas, meus amigos.
De repente entra Thiago, o irmão do Matteo, feito um raio e o pega pelo colarinho da camisa.
— Seu desgraçado, o que fez com ela? — disse Thiago, raivoso.
— Tá louco, não sei do que tá falando!
— Tô falando da Mirella! Ela tá aqui em Nova York, veio atrás de você! — Thiago estava furioso.
— Pode até ter vindo, mas nunca a vi e nem quero ver essa pirralha!
— Ela será minha noiva. Para o seu bem, é melhor manter distância! — Thiago o soltou e saiu pela mesma porta que entrou.
Diferente de mim e dos meus irmãos, a relação dos dois era explosiva.
— Desculpem a cena. O babaca tá rendido por uma fedelha de 21 anos que passou anos sonhando em se casar comigo. Como não quis, meu irmãozinho ficou com as sobras! Que faça bom proveito. Venha, vamos ver as joias.
— Tá explicado o seu mau-humor esse mês e suas gracinhas. Estava de casamento marcado, é? — zombei.
— Longa história, melhor nem começar a contar!
Nós o seguimos e escolhemos a gargantilha perfeita pra ela, toda de ouro branco e com diamantes e cristais. Custava uma fortuna, mas a ela daríamos o mundo. Era perfeita para a Cerimônia das Rosas, seriam colocadas as nossas iniciais penduradas.
Y N J
Matteo nos desejou boa sorte com o pedido. Quando saímos da joalheria já passava das 11 da manhã. Hoje, oficialmente, Valéria se tornaria nossa noiva!
— Não é você que adora usar uma algema em nós? Será a nossa vez de te mostrar os prazeres dessas belezinhas — o safado do Lucca disse, sorrindo.
Caramba, o natal chegou e eu não estou sabendo. Era o melhor presente de toda minha vida, estava vivendo uma fantasia de alguns dos meus livros só que com três lindos CEOs só pra mim. Obrigada, Cami.
— Baby, você tem sido muito malvada. — Senti Dante deslizando algo na minha pele. Não queria nem saber o que era.
— Sabe, meninas malvadas são castigadas. — Senti a primeira chibatada na minha bunda, o que me fez gemer de prazer. Lembrei-me do dia que nós visitamos a boate e vimos uma mulher ser "castigada" com uma chibata.
Pelo amor de Deus, se me falassem há um tempo atrás que eu estaria louca de tesão por estar sendo surrada na bunda, diria que era mentira. Deram duas de cada lado. Percebi que era apenas um aquecimento. Senti uma língua deslizar pela minha bunda, a língua estava gelada em contato com a pele quente e me deixou a ponto de explodir.
— Preciso de vocês agora, por favor.
Conseguia sentir um deles em pé na minha frente e outro atrás de mim, alisando minha bunda e me deixando mais excitada ainda. Podia sentir minha boceta escorrendo de prazer.
Tiraram meu sutiã e uma língua passeava pelos meus seios, deixando-os duros de tesão. Estava sendo cruelmente torturada.
Ouvi tirarem a roupa sem poder ver. Estavam me enlouquecendo. Diferente das outras vezes, dessa vez não haviam trançado meus cabelos. Ouvi o barulho da corrente sendo afrouxada, dando-me mais liberdade de movimento. Dante juntou meus cabelos me levando em direção ao seu pau.
— Me chupa, gostosa, engole tudo, vai. — E fodia sem dó até a garganta.
A boca do Lucca foi parar entre minhas pernas, deitado de barriga pra cima. Ainda ajoelhada, praticamente sentei em sua boca, rebolei cheia de tesão. Sentia Enrico deslizando a língua pelos meus ombros enquanto eu engolia seu irmão. Ele sussurrou no meu ouvido...
— Goza, safada, goza gostoso, pois hoje você vai levar três picas de uma vez.
Juro que quase engasguei com aquele pau na minha boca. Dante acelerou o movimento e gozou. Engoli cada gota enquanto gozava na boca do Lucca.
— Minha safada gostosa, é bom ser torturada de prazer? — disse Lucca, todo sedutor.
— É ótimo, contanto que me façam gozar depois. — Dei um sorriso safado.
Tive os braços soltos, tiraram minha calcinha e a meia, colocando-me de quatro. Estava cada vez melhor.
— Vamos te preparar para receber três paus, meu amor. Dois nessa bocetinha gostosa e outro nesse rabinho maravilhoso — disse Enrico.
— Tão malucos? Não cabe!
— Vai caber depois que gozar mais umas duas vezes. Você vai implorar pra receber os três.

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