— Larissa, o Sr. Fang é nosso hóspede e viajou de longe. Precisamos entretê-lo bem.
O Sr. Rossi a fez sentar ao lado do Sr. Fang e deu uma piscadela ao garçom.
O rapaz encheu dois copos após tirar os lacres dos vidros.
Aquele homem não a perdia de vista nenhuma só vez.
O jeito dela o empolgou pelo seu estilo de não ligar de maneira banal.
Ele nunca havia lidado com uma mulher daquele tipo.
— A senhorita Larissa tem uma língua afiada no cantonês. Procurou conhecer na precisão nas exigências a trabalho?
Larissa sorriu: — Eu possuo origens por aquela região.
Ele e Felipe Amaral estudaram juntos na universidade, se esforçando muito para construir o futuro, até que um infortúnio mudou tudo para sempre.
— Não há desejos nas posses para se reerguer? Possuo muita quantia sob a direção dos lugares na área, a qual posso direcionar de mão beijada no seu lugar.
O Sr. Fang, aos cinquenta anos, sabia usar seu charme.
Ele que ao ir perto se derreteu, pelo local originário ou pelo belo porte em evidência dela depois dos enormes espaços na fase de solidão até lá.
Larissa o teve num baque forte após ele usar das franquezas assim.
— Não acho necessário esse recuo na região de Cidade H.
O silêncio pesou no ambiente.
O companheiro segurou alto sua taça de vidro a não ter aquele vácuo: — Vamos brindar ao nosso encontro, que o destino nos uniu!
A jovem tomou o gole em grande golada no seu próprio pote e nem os incômodos no ardente percebia por nada em questão nisso.
Tinham servido água para ela.
O seu olhar rumo ao Sr. Rossi foi cortado por piscadas.
E colocou os fluidos da nova vez nos arredores ao vasilhame: — Sr. Fang, nesta roda e no beber das partes juntos nos limites os seus papéis aos pactos…
— Vamos aos moldes nas escritas mais acima depois no andar, junto nos cantos fechados lá em minha intimidade.
Os dedos dele deslizaram pela cintura da jovem. O hálito dele carregava um forte perfume masculino, mas misturado ao suor excessivo, o cheiro se tornou desagradável e causou nojo em Larissa.
— Me dê a sua palavra. — Larissa sorriu, tirando gentilmente a mão do Sr. Fang. — Eu bebo, e se o senhor me enganar, não poderei reclamar para ninguém.
O companheiro estava cego nas paixões e pensou: — Os séculos e dezenas não foram em atuações nos negócios por calotes os quais as razões do êxito são o empenho pela não-ocorrência desse quesito assim que prometer os benefícios.
Larissa riu no sarcasmo.
O homem não soltava o osso.


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