— Roberta, logo de manhã, para quê brigando com a empregada?
— Chega, já que não está satisfeita com o café da manhã de casa, eu te levp para comer fora.
Dito isso, subiu, pegou a mão de Roberta e a levou para fora.
Assim que entrou no carro, Roberta começou a praguejar.
— Mamãe, você não ouviu a discussão vindo da sala de jantar hoje cedo?
— Por causa de um pouco de dinheiro gasto, eles brigaram daquele jeito. São tão impacientes. Nós duas ainda estávamos em casa e eles nem se importaram, não têm o menor respeito por você.
— Foi só a compra de um bracelete e já virou isso tudo. E ainda dizem que vão comprar uma casa grande para mim, hum... Pelo visto, melhor nem comprar a casa. Se comprarem, nem quero imaginar o tamanho do pecado que vão dizer que foi.
Natália respondeu calmamente:
— Chega. Você esqueceu de que buraco de lama nós saímos?
— Se eles brigam ou se as empregadas não agradam, isso importa?
— O importante é o que conseguimos segurar em nossas mãos. Isso é o que importa.
Roberta assentiu, como se engolisse a humilhação:
— Mãe, eu sei. É que eu não consegui me conter.
Natália acariciou levemente a cabeça dela:
— Coisa pequena, não vale a pena ficar com tanta raiva. Também achei o café de hoje ruim. Vamos comer fora e depois ver as casas.
— Já que Tomas prometeu te dar uma casa, vamos aproveitar o momento e comprá-la logo. Com a discórdia na família, se ele se arrepender depois, o prejuízo será grande.
— Sandro está se divorciando e vocês vão acabar se casando cedo ou tardr.
— Você não vem de uma família nobre e não é nenhuma herdeira como Pâmela. Quando for para a família Gattas, será inevitável que te olhem com desdém.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...