Igor estava ficando ansioso.
Ele puxou discretamente a manga de Pâmela e sussurrou:
— Diga alguma coisa! Tudo o que a Roberta está dizendo é contra você. Se você não se defender, a polícia vai te levar de verdade.
Pâmela baixou a voz:
— Cale a boca.
Dito isso, ela caminhou diretamente até os policiais.
Diante de todos, estendeu as mãos:
— Vocês podem me levar para a delegacia para investigação.
Os policiais ficaram atônitos; nunca tinham visto uma suspeita tão cooperativa.
No entanto, isso poupava trabalho.
Então, algemaram Pâmela e a levaram.
Sob os olhares de todos, Pâmela entrou na viatura algemada.
Ela parecia já estar acostumada com o procedimento, sem demonstrar preocupação.
Comparada à primeira vez que foi algemada e colocada em uma viatura, Pâmela estava muito mais madura.
Na primeira vez, houve pânico, medo, terror pelo futuro desconhecido e pavor da prisão; ela tremia no banco de trás.
Mas desta vez, não havia medo.
Não havia terror, nem pânico, nem sequer uma preocupação com seu futuro.
Igor, boquiaberto, correu atrás da polícia até o portão da família Castro, batendo na janela da viatura e gritando:
— Não, espera! Isso não estava no plano que você me passou! Ei, desça e explique isso direito!
— Eu te imploro, explique o que está acontecendo! Eu estou completamente perdido!
Igor, sendo um homem caseiro e sem preparo físico, não conseguiu acompanhar a viatura.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...