Tomas nem teve tempo de pensar nessa questão. No momento, ele só conseguia pensar que Natália precisava dele no hospital.
— Não tenho paciência para as suas bobagens. Vou para o hospital agora. Se alguém tentar me impedir, vai acabar como a Pâmela: fora desta casa, assinando o termo de deserdamento e deixando de ser um membro da família Castro.
Allan ainda queria dizer algo, mas Ronaldo o segurou.
Sem ninguém para impedi-lo, Tomas saiu, entrou no carro e pisou fundo no acelerador em direção ao hospital.
Ronaldo tentou acalmar o irmão:
— Allan, não adianta falar essas coisas com o papai agora. Ele não vai ouvir nada. Na situação atual, é melhor todos nos acalmarmos primeiro.
— Você sabe o quanto o papai queria aquele filho da velhice. Agora que o bebê se foi, ele deve estar sofrendo muito. Deve estar com o coração partido.
— E Natália é a mulher que ele mais amou na vida. Ela está no hospital e a situação pode ser grave. Por favor, não seja impulsivo, está bem?
Allan explodiu:
— Impulsivo? Ronaldo, você diz que eu sou impulsivo? Agora as ações não virão para nossas mãos de jeito nenhum. Você percebeu que a Roberta nos enganou?
— Ela fez de propósito. Com certeza já tinha combinado tudo com a mãe dela. Elas nunca nos dariam essas ações.
— Agora que ela está com as ações, com certeza planeja ficar com tudo para si.
— As ações estão todas no nome dela, e Natália com certeza apoiará a filha. Agora, aquelas duas são as acionistas majoritárias da empresa.
— A partir de agora, nós dois trabalhamos para os outros.
Ronaldo também estava irritado. Esperou tanto tempo e não imaginava que o resultado seria esse.
— Allan, com certeza teremos que ter uma conversa séria com o papai sobre isso, mas a situação agora não é otimista.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...