— Sra. Castro, não, explique direito. O que está acontecendo afinal? Estou um pouco perdido agora.
Pâmela respondeu calmamente:
— Não importa se você não entende agora, entenderá depois. A propósito, o que você disse ao Evaldo? Não o deixe preocupado. Ligue para ele rapidamente para tranquilizá-lo. Diga que estou bem e que tudo está sob meu controle. Não sei como está a saúde dele, então não fale besteiras para assustá-lo.
Sérgio ficou atônito.
Ele apenas relatara a verdade; como isso se tornara "falar besteiras"? E assustar...
Ah, certo, a saúde do senhor estava precária ultimamente; ele realmente não poderia suportar tal estresse.
Sem perder tempo, Sérgio sacou o celular e ligou para Evaldo.
O telefone chamou, mas ninguém atendeu.
Sérgio tentou novamente. Caiu na caixa postal.
Pâmela observava ao lado, e seu olhar se encheu de dúvida.
Sérgio, sentindo a pressão, tentou justificar:
— Talvez o senhor esteja longe do celular, ou pode ter ficado sem bateria. Vou ligar para o telefone fixo da casa.
Ele discou novamente e, desta vez, a empregada atendeu.
Sérgio colocou no viva-voz e perguntou apressado:
— Onde está o senhor? Por que não atendeu o celular?
A voz da empregada veio do outro lado:
— O senhor Evaldo acabou de embarcar no avião. Nessa altura, já deve ter decolado...
Pâmela e Sérgio se entreolharam.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...