A proximidade era tamanha que quase podiam sentir a respiração um do outro sobre a pele, e a temperatura corporal subia incessantemente.
Nem mesmo quando conviviam dia e noite haviam corado ou sentido o coração acelerar dessa maneira.
Mas, naquele momento, ambos estavam inexplicavelmente nervosos.
Contudo, estavam em frente à delegacia, cercados de pessoas. Sérgio não resistiu e fingiu uma tosse:
— Cof, cof...
Evaldo e Pâmela perceberam que a distância entre eles era um tanto... ambígua demais.
Evaldo soltou a mão, e Pâmela recuou um passo silenciosamente.
— Você está bem?
— Como está sua saúde?
A primeira frase de ambos foi perguntar, em uníssono, sobre o estado do outro.
Após a pergunta, vendo que o outro estava bem ali na frente, ambos sorriram aliviados.
Pâmela disse:
— Tudo resolvido aqui na delegacia. Expliquei a situação. Não era nada grave, eu só não queria me explicar para a família Castro.
Enquanto falava, ela tirou o termo de rompimento com a família e a abriu para Evaldo ver.
Havia um sorriso em seu rosto:
— Veja, agora não tenho mais nenhuma relação com eles. De hoje em diante, cada um segue o seu caminho.
Ao ver o documento, Evaldo acreditou que Pâmela estava realmente bem.
Parecia que tudo estava dentro dos planos dela, e o coração dele, finalmente, se acalmou.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...