Pâmela sentia uma culpa imensa no coração:
— Sinto muito, tudo isso foi por minha causa. Evaldo, sua bondade é algo que um simples obrigado não consegue expressar.
— Então não precisa agradecer. O seu tratamento vai seguir bem, sem complicações, certo?
Ele continuou:
— Se precisar de qualquer coisa, pede pro Sérgio me ligar. O pessoal comigo está à sua disposição.
Pâmela assentiu:
— Prometa-me que vai descansar bem. Eu cuidarei dos meus assuntos, a sua saúde é o mais importante.
Ela completou:
— A partir de hoje, eu volto a morar aqui e vou cuidar de você mais de perto.
Evaldo respondeu:
— Estou me recuperando a cada dia. Cuide das suas coisas, não precisa se preocupar demais comigo. Fique tranquila, estou bem.
Pâmela assentiu novamente.
Vendo que Evaldo estava realmente cansado e lembrando que o Dr. Sampaio havia recomendado repouso, ela saiu relutante.
Ela chamou o Dr. Sampaio de lado e perguntou detalhadamente sobre a condição de Evaldo.
Ele estava se recuperando, de fato.
Mas precisava de tempo.
O quadro dele ainda não era bom.
Depois de voltar para o seu quarto, Pâmela ficou sentada em silêncio por um longo tempo.
Evaldo era a pessoa que melhor a tratava, além de sua mãe e sua avó.
Agora, sua mãe enlouquecera e sua avó estava em estado vegetativo.
Quanto aos outros familiares, ela finalmente havia rompido os laços.
A única pessoa que restava ao seu lado era Evaldo.
Mas, vendo o estado de saúde dele, Pâmela se preocupava...
Se um dia ela se curasse, mas Evaldo partisse, ela estaria verdadeiramente sozinha no mundo.
Neste momento, um pensamento audacioso e arriscado surgiu na mente de Pâmela...
—
No hospital.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...