— Não exigir a vida dela já é a minha maior misericórdia. — Disse Tomas.
Tomas foi severo e ríspido, sem demonstrar qualquer afeto por Pâmela, chegando a falar em tirar a vida dela.
Natália deixou escapar um brilho de surpresa nos olhos.
Mas logo disfarçou.
Esse comportamento de Tomas realmente não parecia o de um pai; querer que a própria filha pagasse com a vida soava desumano.
Mas, por outro lado, não seria isso uma vitória para ela?
Por causa dela, Tomas chegara ao ponto de odiar a própria filha biológica, não hesitando em romper laços, expulsá-la de casa e cortar relações.
Natália estendeu a mão e puxou Tomas, com uma expressão de injustiçada:
— Tomas, no passado, não importava o que acontecesse, eu sempre quis proteger a Pâmela. Mas desta vez é diferente.
Ela continuou:
— Este era o nosso filho, era o nosso filho, o fruto do nosso amor.
— Essa criança veio quando eu já tinha essa idade. Você sabe o quanto eu valorizava a chegada desse bebê?
— Mas agora, ter que aceitar de repente a perda dele... eu realmente não consigo aceitar.
Tomas a abraçou contra o peito.
Vendo que Natália não comia nem bebia, vendo-a abatida, triste e sofrendo, ele não conseguia dar ouvidos às palavras de Roberta em defesa de Pâmela.
Roberta também aumentou o tom de voz no momento oportuno:
— Mamãe, o que houve com você hoje? Cadê a minha mãe boa de sempre? Você esqueceu que a Pâmela ainda está doente? Se a mandarmos para a cadeia, o que será dela?
Talvez a voz de Roberta tenha sido alta demais, atingindo a fragilidade de Natália naquele momento, que desabou no choro.
Tomas sentiu o coração partir e repreendeu Roberta:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...