— Roberta, sua mãe disse que você pediu dinheiro emprestado para comprar essas ações. É verdade? Quanto você pegou emprestado?
Roberta respondeu:
— Pai, não se preocupe com isso. Eu darei um jeito.
Natália não disse nada, apenas suspirou profundamente.
Tomas, naquele momento, seria capaz de dar a própria vida por Natália, quanto mais dinheiro.
O mais importante para ele era que Natália estivesse feliz e tranquila; nada mais importava.
Diante da recusa de Roberta, ele ficou agitado:
— Que conversa é essa? Que jeito você vai dar? Você ganha apenas quinhentos mil por ano. Mesmo que essas ações rendam dividendos, isso só acontecerá no final do ano. Ainda vai demorar.
Ele continuou:
— Tantas ações não custam pouco.
Ele insistiu:
— Roberta, diga ao papai quanto foi. Eu pagarei por isso.
Roberta retrucou:
— Papai, como posso aceitar? Originalmente, comprei essas ações planejando dar ao senhor de presente. Agora que as ações ficarão comigo e com a mamãe, como posso deixar o senhor pagar?
Tomas segurou uma mão de Natália e a outra de Roberta:
— Somos uma família. Não importa em nome de quem estejam as ações, elas pertencem à família Castro.
Ele acrescentou:
— Você mesma disse que essas ações eram para mim e sua mãe, então é natural que eu pague por elas.
Ele concluiu:
— Me envie o número da sua conta e o valor. Vou pedir ao financeiro para transferir agora mesmo.
Roberta abraçou Tomas, comovida:
— Papai, obrigada por ser tão bom comigo.
— Somos uma família, é o meu dever.
Natália interveio:
— Roberta, você precisa agradecer muito ao seu pai. De agora em diante, seja ainda mais ajuizada, entendeu? Trabalhe duro e crie mais valor para a empresa.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...