— A nossa casa foi invadida por ladrões e você não pretende nem mesmo voltar para dar uma olhada, Allan?
Após disparar essas palavras furiosas, Roberta desligou o telefone na cara dele, obrigando Allan a retornar rapidamente para a mansão.
Durante todo o trajeto, Ronaldo Castro argumentava que era impossível haver um roubo com tantas pessoas vigiando a casa, sugerindo que Pâmela poderia ter voltado para buscar os seus próprios pertences.
No entanto, assim que atravessaram os portões do pátio, eles se depararam com um cenário de devastação absoluta.
Parte daquela confusão era o lixo deixado pelos funcionários durante o transporte apressado dos pertences de Pâmela.
A outra parte do caos foi causada pela própria Roberta, que havia quebrado inúmeros objetos da casa em um de seus surtos de raiva incontrolável.
Ao descer do carro, Ronaldo não sabia nem onde pisar e virou-se para encarar Allan com uma expressão atônita.
— Allan, por acaso a nossa casa foi completamente saqueada por bandidos?
O rosto de Allan já estava sombrio e carregado de uma tensão perigosa.
— Onde estão todos? Por que estão se escondendo enquanto a casa está mergulhada nesse caos absurdo sem ninguém para limpar?
Em um dia normal, bastaria que Allan gritasse uma única vez para que os funcionários corressem apressados para respondê-lo.
Mas dezenas de segundos se passaram em um silêncio mortal e completamente vazio.
Allan usou os pés para afastar os cacos de porcelana e o lixo que bloqueavam o seu caminho, avançando furiosamente para o salão principal.
O salão principal também estava coberto por pedaços destruídos de porcelanas caras, vasos quebrados e fruteiras espatifadas no chão.
— Onde estão aquelas pessoas miseráveis? Será que todos morreram?
A paciência de Allan estava se esgotando de forma alarmante e perigosa.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...