Susana olhou para Pâmela com surpresa no início, sem entender muito bem o que ela queria dizer.
Ela pensou que Pâmela estivesse se referindo a assuntos de trabalho.
Seu trabalho estava indo muito bem, sem nenhum contratempo ou problema.
Além disso, quando se tratava de trabalho, parecia que ela mesma era a maior especialista naquela área.
Pâmela deu um leve sorriso, e Susana aceitou o gesto, concordando:
— Está bem.
Depois que Susana saiu, Pâmela chamou Melissa novamente.
— Sra. Laginha, veja se consegue arranjar uma ou duas pessoas pra dar suporte à Sra. Barreiros se aparecer algum problema fora do trabalho.
— Tenho a sensação de que ela pode estar enfrentando alguns problemas pessoais.
— Se alguém for até lá para incomodá-la ou algo do tipo, precisamos de alguém pra intervir na hora e evitar confusão.
— Ela é a pessoa mais preciosa que temos na fábrica neste momento.
Melissa questionou:
— Sra. Castro, problemas pessoais? A que você se refere?
Pâmela explicou:
— Eu também não tenho certeza, é apenas uma intuição. Considere que pode ser algo semelhante a quando Allan veio à empresa me procurar antes.
— De qualquer forma, dê as ordens. Encontre duas pessoas na fábrica e peça que fiquem de olho e a protejam um pouco.
Melissa compreendeu:
— Entendido, Sra. Castro. Vou providenciar isso agora mesmo.
Assim que ela terminou de falar, o celular de Pâmela tocou. Ela olhou para a tela e atendeu:
— Benício?
Após Pâmela fazer uma pergunta, ela ouviu a resposta do outro lado da linha. Desligou o telefone e pediu a Melissa que descesse para acompanhar Benício Lama até lá em cima.
O escritório de Pâmela estava temporariamente fechado para a entrada de qualquer outra pessoa.
— O que foi isso de doze milhões e quinhentos mil que você me disse agora há pouco? Dívida de jogo? Você tem certeza?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...