Assim que Tomas proferiu essas palavras, o advogado e Natália ficaram chocados.
Confessar voluntariamente?
O advogado assentiu:
— Certamente, se a Sra. Castro confessar voluntariamente, não haverá nenhum problema.
— Nem sequer precisaríamos de outras testemunhas para condená-la.
— Apenas...
O advogado hesitou:
— Isso não parece muito fácil, não é? Como a Sra. Castro confessaria por vontade própria?
— A natureza humana busca evitar a culpa, ninguém confessaria voluntariamente, certo?
Natália também perguntou:
— É verdade, como ela poderia confessar voluntariamente?
Tomas afirmou:
— Isso dependerá das minhas habilidades. Querida, fique tranquila, eu com certeza vingarei você.
— Não é apenas uma confissão voluntária?
— Eu farei com que ela confesse e caminhe com as próprias pernas para a prisão.
— Dessa forma, sua raiva será aplacada?
Natália sorriu levemente, mas não respondeu.
Ao ver aquele pequeno traço de sorriso no rosto dela, Tomas suspirou ligeiramente aliviado.
Desde que ela estivesse feliz, tudo valeria a pena.
Com esse pensamento em mente, Tomas começou a refletir sobre como faria Pâmela confessar.
Ele pensou bastante e concluiu que nunca deveria ter permitido que Pâmela levasse a mãe e a avó.
Caso contrário, na situação atual, bastaria usar as duas como ameaça e Pâmela cederia na mesma hora, caminhando para a prisão sem pensar duas vezes.
Era odioso o fato de ele não ter previsto essa complicação.
Naturalmente, isso ocorreu porque ele jamais imaginou que aquela filha rebelde de sua família pudesse ser tão cruel e implacável.
Ao sair do hospital, Tomas lembrou-se de um detalhe.
Além da mãe e da avó, Pâmela também deveria se importar com a própria vida, não é?
Agora que ela estava quase morrendo de doença, o que aconteceria com a mãe e a avó depois de sua morte?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...