Ronaldo ficou perplexo por um instante:
— Então por que brigamos tanto com Pâmela? Do lado dela ainda existe a família Castilho. Até quando ela resolve brincar de abrir uma empresa, os Castilho continuam apoiando. Desse jeito... não fomos nós que saímos perdendo?
Allan respondeu:
— Neste momento, não podemos nos preocupar com esse tipo de detalhe. Primeiro, precisamos fazer o velho aceitar que a amante dele peça desculpas publicamente à Pâmela. Considere isso uma prova de lealdade nossa para a família Castilho.
— Allan, a família Castilho é mesmo tão influente assim?
— Claro que é. Eles estão estabelecidos em Verdejante há gerações. Embora a cidade não se compare à capital, o patrimônio que têm nas mãos é impressionante. Até pedi para investigarem e, mesmo sem dados muito detalhados, só a ponta do iceberg já mostra que eles não são gente comum. Nós ignoramos a existência deles nos primeiros anos, senão não teríamos desperdiçado uma oportunidade de ouro como essa.
— Allan, eu sigo a sua liderança. O que você decidir, eu faço. O pai ainda está no escritório, parado no mundo da lua. Vamos até lá?
Allan assentiu.
Assim que Allan e Ronaldo se aproximaram, Tomas já imaginou o que os dois tinham em mente.
— A esta altura, pai, você ainda está pensando em continuar protegendo aquela mulher? Nós entendemos que você se casou com ela e quer protegê-la. Mas você viu a situação da empresa. Hoje você tentou de tudo para salvá-la, e qual foi o resultado? Você sabe muito bem, não sabe?
— Eu já disse que fazer Natália vir a público pedir desculpas é a chave para resolver esse problema agora. Sem uma postura clara de assumir o erro e arcar com as consequências, como o público vai voltar a confiar no Grupo Castro?
— A confiança básica já se perdeu. Quem vai ter coragem de investir na gente?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...