Roberta explicou de forma resumida o que Pâmela tinha dito aos repórteres naquela manhã, antes de entrar no trabalho, inclusive a parte em que pediu que a imprensa fotografasse detalhadamente o documento de rompimento dos vínculos familiares.
Estava claro que aquele era o contra-ataque dos irmãos Castro.
Era surpreendente ver que os irmãos não tinham feito nenhum movimento direto contra Pâmela, e sim puxado essa carta da manga para atingir a madrasta.
Assim que Roberta terminou de falar, Natália ouviu o barulho da porta se abrindo.
— Ele voltou. Vou desligar.
No hospital.
Natália esfregava os olhos, enxugando as lágrimas. Tomas percebeu tudo assim que entrou.
Além das lágrimas, havia sujeira espalhada por toda a cama e pelo chão.
E, no meio daquela confusão, Natália chorava copiosamente, com o rosto banhado em lágrimas.
— O que foi? O que aconteceu? Eu saí por um instante e as coisas ficaram assim?
— Natália, você está sentindo dor? Está se sentindo mal ou a comida não estava boa?
— Não se preocupe. Se for dor, eu chamo o médico agora mesmo para te dar um analgésico.
— Se a comida não te agradou, eu mando prepararem outra coisa e trazerem para cá.
— Ou então me diz o que você quer comer, que eu mando buscar lá fora. Que tal?
Enquanto falava, Tomas tirou Natália da cama suja e a pegou no colo.
Por sorte, nenhuma comida tinha caído na roupa dela; ela ainda estava limpa.
Mas, assim que ele a colocou no sofá, Natália abraçou o pescoço dele e começou a chorar ainda mais alto.
— Meu amor, o que aconteceu?
A voz de Tomas ficou extremamente suave e acolhedora.
Entre soluços, Natália começou a falar de forma entrecortada:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...