O dia de Pâmela também foi bastante agitado. Só no breve intervalo do almoço ela ficou sabendo da nova jogada da família Castro.
Não precisou pensar muito para adivinhar que aquilo devia ser obra exclusiva de Allan.
Tomas amava tanto a sua esposa, como teria coragem de obrigá-la a fazer algo tão humilhante?
Portanto, a única pessoa fria o bastante para tomar aquela decisão só podia ser Allan.
Bastava os dois irmãos concordarem, e a estratégia já estaria definida. Pâmela até presumiu que, para impedir que o patriarca barrasse a ideia, eles deviam ter soltado o anúncio antes justamente para encurralá-lo.
Por mais que Natália relutasse, no momento em que usassem os interesses da empresa e a crise iminente como moeda de troca, ela acabaria sendo forçada a aceitar.
Pensar nisso fez Pâmela rir.
Ela se divertiu tanto que quase se engasgou com a água.
Sérgio apareceu:
— Sra. Castro, o Sr. Castilho marcou de vir vê-la à tarde, pouco antes do fim do expediente.
Pâmela assentiu:
— Tudo bem, estou ciente. Quando ele chegar, pode mandá-lo entrar direto.
— O Sr. Castilho aparentemente vem acompanhado. Sra. Castro, devo deixar a outra pessoa entrar também?
— Claro. Se ele estiver trazendo alguém, por que eu impediria a entrada?
Estava nítido que Pâmela estava de ótimo humor naquele dia.
Sérgio imaginou que fosse por causa da confusão que tinha estourado na internet.
— Sra. Castro, com trinta dias de lives de desculpas, a senhora não teme que o público acabe ficando do lado deles e comece a pressioná-la para apertar as mãos e perdoá-los? Afinal, quando alguém se faz de vítima por muito tempo, acaba despertando empatia. Pensando por esse lado...
Pâmela respondeu:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...