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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 815

Evaldo respondeu:

— É exatamente isso, mas mantemos a nossa ética. Nunca pedimos a ele que fizesse algo que violasse o sigilo profissional ou os princípios dos negócios.

— Apenas aproveitamos para acompanhar os dramas e ouvir fofocas inofensivas de vez em quando.

— Como agora. Não acabamos de receber uma excelente notícia de camarote?

Pâmela rebateu com humor:

— Então vocês gastaram uma fortuna apenas para ouvir fofocas?

Evaldo deu de ombros:

— Não tenho interesse algum em informações confidenciais sobre o Grupo Gattas.

— Mas os barracos por lá são bem interessantes.

— Eu acho que foi dinheiro muito bem gasto, não acha?

Evaldo se virou para Sérgio, buscando apoio.

Sérgio riu e acrescentou:

— É exatamente isso, Sra. Castro. E tem muito mais coisas que você nem faz ideia.

— Esse advogado do Grupo Gattas tem ótimas fontes. O menor sussurro na empresa e nós já ficamos sabendo.

— Por exemplo, o fato de Roberta pedir licença para trabalhar em casa fez Sandro explodir de raiva. Enfim, é tudo muito hilário.

Observando os dois, Pâmela perdeu as palavras.

Pagar por um informante apenas pelo prazer de ouvir fofocas era uma jogada de mestre para se divertir.

— Eu me rendo a vocês. Da próxima vez que tiverem alguma fofoca boa, lembrem-se de mim.

Ouvindo isso, Sérgio não conteve o riso.

— Fique tranquila, Sra. Castro, nunca nos esqueceremos de você.

Discretamente, Evaldo puxou a mão de Pâmela e a fez se sentar ao seu lado.

Aproximando-se, ele sussurrou em voz baixa:

— Depois que nos casarmos, estarei disposto a confiar a minha vida inteira e os meus bens em suas mãos.

As bochechas de Pâmela coraram de leve:

— E quem disse que eu vou me casar com você?

Percebendo o clima romântico, Sérgio se retirou apressadamente.

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