Evaldo respondeu:
— É exatamente isso, mas mantemos a nossa ética. Nunca pedimos a ele que fizesse algo que violasse o sigilo profissional ou os princípios dos negócios.
— Apenas aproveitamos para acompanhar os dramas e ouvir fofocas inofensivas de vez em quando.
— Como agora. Não acabamos de receber uma excelente notícia de camarote?
Pâmela rebateu com humor:
— Então vocês gastaram uma fortuna apenas para ouvir fofocas?
Evaldo deu de ombros:
— Não tenho interesse algum em informações confidenciais sobre o Grupo Gattas.
— Mas os barracos por lá são bem interessantes.
— Eu acho que foi dinheiro muito bem gasto, não acha?
Evaldo se virou para Sérgio, buscando apoio.
Sérgio riu e acrescentou:
— É exatamente isso, Sra. Castro. E tem muito mais coisas que você nem faz ideia.
— Esse advogado do Grupo Gattas tem ótimas fontes. O menor sussurro na empresa e nós já ficamos sabendo.
— Por exemplo, o fato de Roberta pedir licença para trabalhar em casa fez Sandro explodir de raiva. Enfim, é tudo muito hilário.
Observando os dois, Pâmela perdeu as palavras.
Pagar por um informante apenas pelo prazer de ouvir fofocas era uma jogada de mestre para se divertir.
— Eu me rendo a vocês. Da próxima vez que tiverem alguma fofoca boa, lembrem-se de mim.
Ouvindo isso, Sérgio não conteve o riso.
— Fique tranquila, Sra. Castro, nunca nos esqueceremos de você.
Discretamente, Evaldo puxou a mão de Pâmela e a fez se sentar ao seu lado.
Aproximando-se, ele sussurrou em voz baixa:
— Depois que nos casarmos, estarei disposto a confiar a minha vida inteira e os meus bens em suas mãos.
As bochechas de Pâmela coraram de leve:
— E quem disse que eu vou me casar com você?
Percebendo o clima romântico, Sérgio se retirou apressadamente.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da prisão ao Topo: A Era dela na TI
Por favor. Poderiam desbloquear os capítulos gratuitos?Desde o dia 02/06...
Não terá atualização do capítulos gratuitos?...