Rodrigo impediu Inês, que queria limpar a panela de sopa, pois uma pessoa tão magra e com um estômago tão pequeno poderia morrer de tanto comer se continuasse.
Inês obedeceu e docilmente colocou a tigela de lado.
— Rô, quando você voltar, diga à Sra. Silveira que estou comendo bem.
— As castanhas que os seus pais e a Alice descascaram estavam muito doces e gostosas.
— Diga à Dona Cláudia que as Tâmaras vermelhas e as Bagas de Goji também estavam muito doces e perfumadas.
— Diga à Mamãe Diretora que a Raiz de Estrela ainda tem o mesmo gosto de sempre.
— Diga ao Mike que eu entendi a mensagem da Angélica Brasileira.
— Essa é a primeira vez que tomo sopa numa tigela imperial. O velhinho abriu os meus horizontes de novo.
— Além disso, diga ao meu marido que a sopa de frango que ele faz é realmente muito, muito boa, e a partir de agora eu só beberei a sopa feita por ele. Eu me pergunto se ele poderia continuar fazendo para mim para sempre. — Inês olhou para ele com um sorriso no rosto. Talvez por ter acabado de chorar, os seus olhos brilhavam limpos e úmidos.
Com os cantos dos olhos avermelhados, Rodrigo assentiu:
— Ele pode fazer para o resto da vida.
— Que bom. — Inês respondeu suavemente.
Depois de estarem alimentados e saciados, ele tirou mais dois potes de vidro transparente, um reluzente e o outro colorido.
Berloques de ouro e balas de frutas.
Os berloques de ouro não tinham apenas formatos de grãos; também havia estrelas, luas, rosas, caquis, cabaças, gatos, trigos, maçãs... O pote estava repleto deles.
O ouro era uma moeda global.
A pessoa que enviou os berloques estava preocupada que ela não tivesse dinheiro para gastar.
Aquela bala de fruta era muito rara hoje em dia; era o seu doce preferido na infância, com balas coloridas no interior e embalagens deslumbrantes como papel celofane.
Além disso, aquelas embalagens de doce podiam ser usadas para dobrar grous de origami.
A pessoa que havia enviado as balas temia que a vida dela estivesse muito amarga.
Não tendo a intenção de adivinhar, Inês perguntou diretamente:
— Quem mandou?
Ele apontou para o pote de berloques de ouro:
— O Sr. Siqueira.
E apontou para o pote de doces:
— O Douglas. Ele provavelmente perguntou para a Dra. Barros.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Das Cinzas à Glória: A Ascensão da Sra. Jardim
Parece até que mudou o autor do livro. Uma linguagem rebuscada, parecendo até português de Portugal....
A esposa do Robson era Nara Lessa, de repente mudou para Soraia Siqueira....
Estou amando o livro, só gostaria de maiores atualizações....
Cade a atualização dos ultimos 10 capitulos?????...