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Das Cinzas à Glória: A Ascensão da Sra. Jardim romance Capítulo 1133

Inês dormiu um pouco e depois comeu a ceia. Ela também olhou as fotos do casamento daquele dia com Rodrigo; já estavam editadas e prontas.

O dedo de Inês deslizou levemente pelo tablet. Apoiada no peito de Rodrigo, ela perguntou:

— Qual é a sua favorita?

— Gosto de todas, e você? — Rodrigo enrolava suavemente o cabelo de Inês com os dedos.

Ele adorava fazer aquilo.

Talvez por causa da antiga tradição do Juramento de Cabelos Atados, ou talvez porque a avó Soares dizia que o cabelo de uma pessoa era o melhor indicador de sua vitalidade.

Ter vitalidade significava ter uma boa constituição física.

Tudo o que ele queria era que Inês fosse saudável; ser magra demais não era bom.

Apontando para duas fotos na tela, Inês disse:

— Estas duas são as minhas favoritas.

A primeira era uma foto em grupo. Ela vestia o Vestido de Noiva Tradicional Bordado e estava sentada na cama. Rodrigo a beijava sob uma chuva de confetes. Todos os amigos e familiares com quem ela se importava estavam lá, exibindo sorrisos variados.

A animação e a alegria quase transbordavam da imagem.

A outra mostrava Rodrigo colocando a tornozeleira de diamantes e ouro nela. Ele estava ajoelhado, exibindo um perfil bonito e uma mandíbula bem definida.

Ele olhava para o tornozelo dela com o coração apertado.

Ela o olhava com ternura.

Na verdade, ela também gostava muito da foto em que Rodrigo terminava de colocar a tornozeleira e erguia o olhar para encontrar o dela.

Deslizando para essa foto, Inês acrescentou:

— Esta também entra nas favoritas. Quando imprimirmos, não plastifique logo de cara, quero escrever algo.

Ela queria escrever a frase que Rodrigo havia dito no verso da foto.

[Não é desgosto, nem uma forma de prendê-la. Espero que, toda vez que olhar para baixo, você não veja humilhação, mas sim um presente, e a mim.]

Sua mente se encheu com aquela cena, e ela virou o rosto para beijar o queixo de Rodrigo.

— Você é o presente.

Rodrigo riu baixinho:

— Sim, um presente meu para você.

— Uhum! — Inês assentiu.

Eles já tinham visto quase todas as fotos e ainda não estavam com sono. Inês se lembrou do presente de casamento que a Sra. Paz havia dado separadamente.

Rodrigo disse que iria buscar, mas não o abriu logo de cara.

Movida pela curiosidade, Inês abriu a caixa finamente decorada. Lá dentro, havia uma fina camisola de seda cor de vinho.

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