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De um Casamento de Mentira ao Altar com um Ricaço: Agora Não Há Perdão romance Capítulo 173

— Você tem razão.

— Um deles foi cercado e atacado por seis pessoas, o outro ficou ali só assistindo por um tempo. Embora nenhum dos dois tenha sofrido danos, não é porque alguém se machucou que tem razão, nem porque não se machucou que está errado. Agora, eu pretendo denunciá-los por agressão em grupo e tentativa de lesão corporal intencional.

O policial ficou sem palavras.

Como esperado, um homem capaz de se casar com uma mulher tão feroz definitivamente não era alguém fácil de lidar.

Quando Alexandre terminou os procedimentos e levou Lívia e o irmão para fora, Celina chegou correndo.

— Filho? Filho, onde você está? Cadê o meu filho?!

Ela procurou entre os seis jovens cheios de hematomas e inchaços. Só quando Marcelo chamou "mãe" é que ela finalmente o reconheceu.

— Meu Deus! Quem foi o desgraçado que te bateu desse jeito?!

— Foi a Lívia! — Marcelo disse, rangendo os dentes.

— Lívia? — Celina exclamou e então pareceu se lembrar de algo. Correu os olhos até a porta e viu Lívia prestes a sair, ainda revirando os olhos para ela.

— Ela... ela bateu em alguém! Por que não foi presa? Por que ela foi solta?! — Gritou, indignada.

— Seu filho e mais cinco se juntaram para bater em uma pessoa só, e acabaram apanhando porque não deram conta. Foram eles que marcaram a briga e partiram para agressão primeiro. A senhora devia era torcer para que a outra parte não leve isso adiante.

— Mas o meu filho está ferido!

— E ainda bem que está ferido. Se não, a gente ia manter ele detido por alguns dias e notificar a escola para aplicar uma punição disciplinar.

— Não, não, por favor! Não façam isso! Nós... nós não vamos mais insistir.

Os dois foram levados de volta para casa por Alexandre. Depois de deixá-los lá, ele foi direto para o escritório trabalhar.

Lívia e Noah se jogaram, cada um em um sofá, largados, olhando um para o outro.

— Você e ele são irmãos de verdade, mesma mãe e pais diferentes?

— Sim. Ele é nove anos mais velho que eu.

— Então...

— Ele praticamente me criou.

— E a sua mãe?

— Ela não gosta de mim. Para ser mais exato, ela me odeia.

— Por quê?

— Talvez porque ela queria uma filha e eu nasci homem. — Ele falou com leveza, mas Lívia percebeu claramente o humor dele mudar de repente.

— Então, seu irmão é para você um irmão e um pai ao mesmo tempo?

— Cunhada, eu estou com fome.

— Eu também.

— Então vai cozinhar.

— Eu sei fazer mingau. — Ela aprendeu por causa do estômago ruim de Ian.

— Mais alguma coisa?

— Eu acho que saber fazer mingau já é uma grande conquista.

— Haha.

— Então você cozinha!

— Mas eu nem mingau sei fazer.

— Hahaha!

Quando Alexandre terminou o trabalho e desceu, deu de cara com as duas criaturas prestes a desmaiar de fome. Ele balançou a cabeça, sem palavras, e entrou na cozinha.

Enquanto cortava os legumes, alguém o abraçou por trás, envolvendo sua cintura, e disse com a voz toda melosa:

— Querido, acho que você me engravidou.

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