“Papai!”, Estella insistiu quando não recebeu resposta de seu pai.
Voltando em si, Lucian concordou com a filha.
Somente então ela o soltou e o observou descer as escadas.
Aubree estava fora de si de ansiedade enquanto esperava e permaneceu em dúvida ao assistir Lucian descer as escadas.
Aquela garotinha m*ldita claramente está tentando fazer com que ele não me leve para o hospital.
A mulher estava ciente de que Lucian mimava Estella e até estava adiando se casar por causa dela.
Será que vou acabar indo para o hospital sozinha por causa dessa garota?
Aubree não conseguia acalmar seu coração acelerado, mesmo quando Lucian ficou firme diante dela.
Assim, o homem se virou para o médico da família. “Devo incomodá-lo com a Sra. Pearson, Sonny.”
Os olhos de Aubree se arregalaram quando percebeu que estava correta em sua intuição.
“Você me odeia tanto assim, Lucian?” E abaixou a cabeça fingindo tristeza e forçando suas lágrimas.
Lucian fez uma careta, impaciente. “Já entrei em contato com seus pais, e irão buscá-la no hospital. Vou ficar com você aqui enquanto esperamos.”
Aubree olhou para cima e disse. “Está tarde. Não quero que se preocupem.”
Lucian já havia caminhado em direção à entrada. “Eles devem estar a caminho e ficariam ainda mais preocupados se não te vissem no hospital.”
Com raiva da situação, a mulher levantou-se com a ajuda do médico.
“Tenha cuidado, Sra. Pearson. Vá com calma”, disse o médico, preocupado.
Aubree nem sequer olhou para ele. Cada passo que dava era cada vez mais forte, como se estivesse tentando fraturar o tornozelo.
Sonny a observava e estava um pouco preocupado, mas ao perceber que não seguiria seu conselho, rapidamente ficou em silêncio.

Sonny ajudou cuidadosamente Aubree a entrar no banco de trás antes de olhar para Lucian. O que é isso?

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