Lucian concordou indiferentemente e continuou tomando café com sua filha.
Estella relutava em ir para a escola e comia mais devagar que o normal.
Seu apetite despencou com a visita repentina de Aubree e piorou quando a mulher expressou sua intenção de levá-la para a escola.
Estella largou o garfo.
Lucian não fez muito caso de seu comportamento e assumiu que ela estava agindo assim porque não queria ir para a escola. Em voz baixa, ordenou: “Siga a Aubree após terminar o café da manhã.”
A pequenina ficou agoniada e lançou ao pai um olhar de cachorrinho.
No entanto, antes que pudesse dizer alguma coisa, a mulher disse. “Não se preocupe. Ainda é cedo. A Essie pode comer mais se ainda não tiver terminado.”
Estella ficou encarando-a.
Aubree tinha medo que a menina contasse ao pai o que aconteceu ontem. Portanto, não lhe deu chance de falar.
Notando que Estella estava olhando, disse imediatamente: “Terminou? Podemos ir se já acabou o café da manhã!”
Estella bufou, pois foi interrompida quando estava prestes a falar.
Aubree ficou mais e mais apreensiva enquanto mantinha os olhos na garota.
“Vou levá-las até a porta.”
Lucian pensava que, embora o relacionamento de Aubree com Estella tivesse melhorado recentemente, a menina ainda precisava se acostumar com outra pessoa cuidando dela. Ele queria ajudar as duas a se darem bem.
Então, colocou o garfo de lado e começou a limpar a mesa.
Estella ficou alarmada ao perceber Lucian se levantando. “Não quero ir para a escola!”
Seu pai respondeu: “Se não for agora, será mais difícil se acostumar a lidar com os outros.”


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