Quando Colby quis continuar atualizando-a sobre o andamento dos projetos, Roxanne o impediu: “Tenho que cuidar de alguns assuntos agora. Pode se retirar se não houver nada importante.”
Não era possível ver a expressão em seu rosto, pois estava voltada para baixo.
Confuso, o colega olhou para as rosas, era óbvio que o buquê afetou as emoções da médica.
Em outra ocasião, Roxanne teria acompanhado o andamento dos projetos com ele sempre que estivesse fora do instituto de pesquisa já que levava seu trabalho a sério, mas neste momento, a jovem parecia um pouco diferente.
Deste modo, Colby foi dominado por emoções conflitantes.
Como tinha interação limitada com Roxanne, não sabia quem lhe deu as flores e não tinha ideia de como ela se sentia em relação à pessoa.
A Sra. Jarvis ergueu os olhos, percebendo que ele ainda estava em seu escritório e o olhando com perplexidade, perguntou: “O que houve? Há mais alguma coisa que queira me dizer?”
O colega voltou a si, baixou os olhos e respondeu: “Não é nada, vou sair agora. Me ligue se precisar de ajuda.”
Assentindo, Roxanne o observou sair e à medida que a porta se fechava gradualmente, ficou sozinha no escritório.
Ela desviou o olhar e tentou reprimir a raiva, na esperança de se concentrar no trabalho. No entanto, o buquê era tão perturbador que não conseguia parar de olhá-lo.
Irritada, a jovem deixou suas obrigações de lado e foi até o presente, mas não sabia o que fazer com ele.
Tinha pensado que Lucian a teria ouvido depois da ligação que fez no fim de semana.
Não imaginei que ele entregaria as flores aqui! Pela sua personalidade, ainda vai continuar fazendo isso e causará mais mal-entendidos entre minha equipe se eles perceberem!
O coração de Roxanne começou a se apertar quando pensou nas consequências.

Me pergunto como ela reagiu ao buquê, já que ordenei que alguém o enviasse ao Instituto de Pesquisas sem a sua permissão.
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