Aubree não sabia para onde Lucian a estava levando, mas não se atreveu a perguntar. Ela estava com medo de que ele a mandasse direto para um hotel se ela o fizesse.
Enquanto olhava silenciosamente pela janela, a estrada tornou-se cada vez mais familiar.
“Onde estamos...” A jovem falou hesitante.
“Estou te levando para a casa da minha mãe.”
Sonya sempre foi tendenciosa em relação a Aubree. Se a mãe soubesse que ele havia a expulsado de casa, iria irritá-lo novamente.
Lucian preferia mandar Aubree diretamente para lá e depois explicar a situação para sua mãe.
Dessa forma, não haveria nada que ela pudesse dizer sobre o assunto.
O coração da noiva apertou quando o ouviu.
A única razão pela qual ela prometeu deixar a casa de Lucian foi porque queria visitar Sonya mais tarde. Esperava conversar com sobre o assunto com a intenção de recuperar a chance de retornar à residência dos Farwell.
Se seu amado fosse acompanhá-la para a casa da mãe, então não havia nenhuma maneira de Aubree embelezar sua história na frente da sogra.
No entanto, já era tarde demais quando descobriu para onde estava indo. Tudo o que podia fazer era vê-lo entrar na mansão de Sonya.
“Sr. Farwell, Sra. Pearson.” O mordomo os recebeu rápida e educadamente.
Lucian assentiu e gesticulou para que o homem pegasse a bagagem de Aubree.
O funcionário entendeu o que ele queria e logo pegou a mala antes de seguir os dois visitantes até a sala.
Naquele momento Sonya estava almoçando. Ao vê-los, ela largou o garfo, confusa. “O que está acontecendo? Por que há uma mala?”


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