Após isso, as crianças olharam aflitas para Lucian, esperando que pudesse dizer algo em favor delas também.
Roxanne notou para quem estavam olhando. Vendo que ele não tinha a intenção de falar, sentiu uma inquietação em seu coração.
“Já concordei com um horário com o Sr. Damaris. Não posso me atrasar”, disse levemente arrependida.
As crianças sabiam que não havia mais nada que pudessem fazer para dissuadi-la quando viram quão decidida estava em partir. Só puderam expressar seu desapontamento.
Roxanne sentia pena das crianças, mas sabia que não tinha o que fazer. Apenas as acariciou e disse: “Quando estiver pronto, deixem um pedaço para eu poder prová-lo.”
Em seguida, se virou para sair.
Mal deu dois passos quando ouviu a voz do homem.
“Talvez possamos assar esse bolo outro dia.”
Lucian deixou de lado a batedeira, ajeitou as mangas e a olhou com desdém. “Pelo que parece, seu compromisso com o Sr. Damaris é mais importante do que a promessa que fez às crianças.”
Ouvindo o que disse, Roxanne parou de andar e se virou confusa.
Ele continuou: “As crianças esperavam que pudéssemos concluir este pequeno projeto com elas. Mas, já que precisa sair, não faria sentido eu ficar para ajudá-las.”
Então, lançou um olhar para as crianças, que pareciam cada vez mais desapontadas.


Eu só concordei em ir porque ouvi dizer que o Hector estará lá. Não posso deixá-lo esperando. Não queria deixar as crianças de lado. Ele está certo. Eu me comprometi com as crianças primeiro.
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