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Depois do Divórcio, Eu Cavalgo as Ondas na Alta Sociedade! romance Capítulo 503

Eu tinha acabado de me virar para sair, mas Nanda me chamou:

- Luiza, eu... Posso ir com você?

Naquele momento, fiquei sem palavras, olhei para Daniel e vi um brilho suave em seus olhos. Olhei para Nanda.

- Você tem certeza?

Ela assentiu com força.

- Sim! Eu vou com você!

- Mãe! - Vitor estava um pouco atônito. Sua própria mãe escolhendo ir com outra pessoa era como um tapa em seu rosto.

Todos os policiais ficaram boquiabertos com a cena diante deles. Alguns deles entendiam nosso relacionamento. Era verdadeiramente surpreendente.

Me virei para apoiar ela, que agarrou minha mão, tremendo de maneira incontrolável. Qualquer dúvida que eu tivesse sobre ela querer ou não ir comigo desapareceu instantaneamente.

Quando chegamos ao saguão, Joyce estava lá, observando Nanda me seguir trêmula. Ela veio até nós furiosa e perguntou a Nanda, apontando:

- Você perdeu o juízo? Você não sabe quem é ela? Você vai com ela? Me deixe dizer uma coisa, Nanda, se você for embora com ela hoje, não ouse voltar para a família Barreto!

Revirei os olhos desdenhosamente para Vitor e bufei com sarcasmo.

Vitor entendeu bem o que meu olhar significava.

- Fique quieta!

- Por que eu ficaria quieta? Ela é uma desgraçada oportunista! Ela acha que é quem? Vai com ela e ainda me trata como sua nora? - Joyce gritou com Vitor, com o pescoço rígido.

- Se ela quissese ir com você...Acha que com essa sua atitude, ela ainda iria querer? - Eu disse com desdém. - Para voltar e você continuar abusando dela?

Joyce deu um passo à frente de repente e Daniel a encarou com olhos gelados, cheios de uma ameaça assustadora. Joyce congelou, evitando o olhar dele.

Saímos indiferentes. Quando Daniel passou por Vitor, olhou friamente para ele e disse sombriamente:

- Controle sua própria mulher!

No segundo seguinte, Joyce se virou para Nanda.

- Nanda, escute aqui, se você for com ela hoje, eu vou te...

Um estalo nítido ecoou quando Joyce caiu no chão, segurando o rosto e olhando para Vitor.

Nanda, impulsivamente, parou e apontou para Joyce:

- Você é sem vergonha! Pior que um animal! Eu cuidei de você, essa criatura desonesta! Mesmo que eu morra, vou voltar para cobrar de você!

- Não tenho tempo!

Ele nem sequer levou em consideração se Walter ficaria ou não.

Quando eu e Ivana chegamos à casa da família Lima, Eunice me ligou e disse que precisava discutir algo comigo. Então, pedi para Ivana ficar com a Sra. Karina enquanto eu resolvia essas questões.

Sra. Karina me dispensou com um aceno.

- Vá, vá! Faça suas coisas, nós temos muitas coisas para fazer hoje!

Eu sorri ao ver ela tão carinhosa. Se Ivana estiver sempre ao lado de Sra. Karina, sinceramente, será uma boa coisa.

Quem era Sra. Karina? Ela era uma das mais conceituadas damas da Cidade J. Ela tinha um orgulho natural.

Sempre que a encontrava, ela dedicava seu tempo a ensinar Ivana a tocar piano e a pintar. A levava até mesmo a eventos sociais de alta classe. Ivana ficava fascinada. Toda vez que voltava para mim, entusiasmada, contava o que tinha aprendido com a bisavó, com seus olhos cintilando de admiração.

Meus pais ainda estavam um pouco céticos sobre minha relação com a família Lima. Meu pai dizia que era algo que ele nunca imaginaria, que agora tinha caído no meu colo.

Na verdade, eu sentia o mesmo. Mesmo depois de tanto tempo, ainda parecia surreal.

Fui procurar a Eunice e, para minha surpresa, mais problemas aconteceram.

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