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Depois do Divórcio, Meu Ex-marido Frio Perdeu o Controle romance Capítulo 225

Eu agradeci a Thiago com sinceridade e verdadeira gratidão.

Thiago respondeu com um simples “hm”, abriu a porta do carro e entrou. Antes de fechar a porta, ele olhou para mim e disse:

— Volte para casa.

Eu fiquei parada na entrada do prédio, observando até que o Bentley dele desaparecesse por completo na escuridão da noite. Só então entrei no prédio.

Ao encarar a nova fechadura com senha, senti algo inexplicável no peito. Era como se algo tivesse me tocado levemente, gerando uma sensação morna e confortável que eu não conseguia descrever.

Foi nesse momento que meu celular tocou.

Ao ver o nome “Augusto” na tela, rejeitei a ligação imediatamente. Ele insistiu e ligou mais algumas vezes, mas eu não atendi nenhuma.

...

Na manhã seguinte, o som da campainha me tirou do sono. Quando abri a porta, vi Glória parada ali.

Eu sabia que ela, novamente, estava ali por causa de Cláudio.

— Débora, eu quero… Quero visitar o Augusto. — Glória parecia muito mais abatida do que da última vez que a vi. Ela continuou. — Já faz tanto tempo… Eu não sei como ele está se recuperando. Você pode me levar para vê-lo?

Eu suspirei profundamente e tentei convencê-la:

— Tia Glória, eu entendo que a senhora quer que ele perdoe o Cláudio. Mas, com a relação que vocês têm com a família dele, ir até lá só vai acabar em humilhação.

— Mas… Mas Cláudio ainda está na prisão, e Augusto não deu nenhum sinal de que vai retirar as acusações. Nós nem sequer conseguimos autorização para visitá-lo! — Glória começou a chorar desesperadamente. — Cláudio nunca passou por algo assim. Ele não está acostumado a sofrer, e eu me preocupo com ele todos os dias...

Diante da insistência dela e sem saber mais como recusar, acabei cedendo. Comprei alguns presentes e a acompanhei até o hospital para ver Augusto.

...

No hospital, Augusto não pareceu nem um pouco surpreso com a minha chegada.

Afinal, minha bolsa ainda estava no quarto dele, e, além disso, tínhamos um acordo. Eu deveria cuidar dele até que ele recebesse alta, e só então ele assinaria a carta de clemência para Cláudio.

Quando ele viu Glória comigo, o rosto dele assumiu uma expressão ainda mais sombria.

Eu me apressei em explicar:

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