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Depois que Fui Embora, o Canalha Ficou Louco romance Capítulo 318

A voz de Bruno soou clara e elegante:

— Venda tudo! Quanto à sua comissão, vou pedir ao contador para depositar no seu cartão.

— Então, muito obrigado pelo cuidado, Sr. Bruno. — Roberto se mostrou bem humilde.

— Sem problema.

Bruno desligou o telefone. Ao lado, Eduardo estava boquiaberto.

— Você... De onde veio tanto dinheiro?

Bruno tomou seu café calmamente, depois disse:

— Meu querido primo, acha que eu sou inútil como você? Caso contrário, por que o avô confiou o Grupo Glory a mim e não a você?

Eduardo ficou furioso, reclamando:

— Você era mais agradável quando estava doente!

Bruno sorriu em resposta:

— Se isso te irrita, fico feliz.

Eduardo pensou: "PQP, eu já disse! Pessoas má nunca morrem fácil, o Bruno é a pessoa mais malvada de todas!"

Naquele momento, a esposa de Vitor, mãe de Eduardo, entrou para repor o chá e ouviu parte da conversa. Ela comentou com o filho:

— O Bruno ainda está com o cérebro frágil, e você, como primo mais velho, precisa ter mais paciência, não o provoque.

"Cérebro frágil? Então o que tem na cabeça dele? Pudim"

Eduardo gritou:

— Como eu poderia irritá-lo? Ah, a minha vida está impossível mesmo! Durante o dia, a Helena pega no meu pé lá na empresa, volto para casa e ainda tenho que lidar com o Bruno. Quero morrer!

Bruno, com ar calmo e sereno, disse:

— Mais tarde eu vou lá procurar a Helena e tentar falar por você.

A esposa de Vitor sorriu abertamente, falando para o filho:

— Olhe para o Bruno! Aprenda um pouco com ele.

— São brincadeiras de um casal! Você também tem que se esforçar, traga a Yasmin de volta, para que eu possa abraçar minha netinha.

Eduardo acendeu um cigarro, tragou devagar e murmurou um "hm" após algum tempo.

Enquanto isso, Bruno entrou no carro do motorista Shawn para buscar Bella e Gonçalo na escola. Ele planejava levar os dois para almoçar em um restaurante mexicano, onde Bella adorava os tacos de carne.

No banco traseiro espaçoso, ele usava o celular para resolver assuntos. Dez minutos depois, o trânsito ficou irregular e o carro começou a balançar. Shawn explicou que havia obras e que precisariam desviar por outro caminho. Bruno não comentou nada.

De repente, ao passar por um trecho coberto de lona preta, houve um estrondo e o carro capotou. Por baixo, havia um vazio. O carro preto rolou, mas, felizmente, ambos estavam com cinto de segurança. Sofreram apenas arranhões leves, e o motorista ajudou Bruno a sair do veículo.

O crepúsculo tingia o céu de cores vivas.

Bruno estava zonzo, inúmeras imagens passavam em sua mente. No fim, se repetia continuamente a ponte do Rio Ima. Uma jovem Helena vestida de branco, à beira do Rio Ima, com o pôr do sol iluminando seu corpo, deslumbrante.

Essa cena parecia ser a obsessão de Bruno, surgindo repetidamente.

Ele sentiu que o mundo girava ao seu redor. Olhando para o céu colorido, disse, quase inconscientemente:

— No coração de Bruno, a Helena é a mais importante.

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