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Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata romance Capítulo 515

— Você foi até a casa da avó Olívia? — Ulisses perguntou: — Então vem me encontrar agora, o que acha?

Luana respondeu:

— Você está trabalhando, eu não vou aí atrapalhar.

— Pode vir mesmo que eu esteja trabalhando — disse Ulisses. — Nós comemos juntos.

Luana perguntou:

— Hoje você não está ocupado?

— Mais ou menos. — Ulisses disse: — Não se preocupe, eu consigo terminar o trabalho e você não vai me atrapalhar. Vem logo, estou te esperando.

— Então tá bom, onde nós vamos comer, o que você quer... Ah!

Ulisses sentiu um frio na espinha:

— Luana?

Do telefone, ouviu-se um grito agudo de Luana, seguido por um estrondo enorme.

— Luana!

O sinal caiu e tudo ficou em silêncio do outro lado.

O coração de Ulisses bateu rápido, e, num instante, as costas dele até suaram.

Apertando o celular, ele caminhou a passos largos para fora, mas lembrou-se de algo e ligou para os guarda-costas que os acompanhavam.

Sua mente estava em completo caos.

Sua habitual compostura havia desaparecido.

Ninguém atendeu o telefone.

Ulisses ficou ainda mais desesperado.

Aconteceu alguma coisa...

Ele teve o pressentimento de que Luana havia sofrido um acidente.

Ele ligava de novo, de novo e de novo.

Não sabia quanto tempo havia passado até que, do outro lado, finalmente atenderam.

Sua voz saía trêmula:

— Onde está a Luana? Cadê a Luana?!

— A Srta. Lima... sofreu um acidente de carro. Sr. Serpa, não se desespere, a ambulância já chegou, nós...

Ulisses parecia não ouvir mais o que foi dito depois.

A cabeça dele deu um zumbido e então tudo ficou em branco.

Ele nem percebeu como deu as ordens, entrou no carro e, sem encerrar a chamada, foi direto para o hospital onde a ambulância havia levado Luana.

Embora o guarda-costas repetisse no telefone que Luana não corria risco de vida, enquanto não a visse com seus próprios olhos, o coração de Ulisses não conseguia se acalmar.

Logo que acordou, ela havia perguntado pelo motorista e pelos guarda-costas.

Com medo de que ela ficasse mal ou pensasse demais, Ulisses não contou a ela que eles ainda estavam sendo operados.

Então Luana ainda não sabia.

Ulisses respondeu com um "hum", ergueu o rosto e a encarou:

— Sente algum desconforto?

— Não. — Luana sorriu para ele: — Só um pouco cansada. Queria dormir um pouco.

— Pode dormir.

Ulisses continuou sentado à beira da cama, acompanhando-a, e só se levantou quando ela pegou no sono.

— O que houve no acidente?

O guarda-costas do carro de trás rapidamente respondeu:

— Quando o acidente aconteceu, já chamamos a polícia. A culpa foi do outro motorista, ele estava dirigindo bêbado.

— A identidade do sujeito está limpa? — A voz de Ulisses soou gélida: — Investiguem a fundo.

Ulisses não acreditava que fora só um simples acidente.

Seus motoristas eram muito experientes e rápidos.

Mas como o motorista ainda estava em cirurgia, ele não poderia fazer perguntas a ele.

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