— Você foi até a casa da avó Olívia? — Ulisses perguntou: — Então vem me encontrar agora, o que acha?
Luana respondeu:
— Você está trabalhando, eu não vou aí atrapalhar.
— Pode vir mesmo que eu esteja trabalhando — disse Ulisses. — Nós comemos juntos.
Luana perguntou:
— Hoje você não está ocupado?
— Mais ou menos. — Ulisses disse: — Não se preocupe, eu consigo terminar o trabalho e você não vai me atrapalhar. Vem logo, estou te esperando.
— Então tá bom, onde nós vamos comer, o que você quer... Ah!
Ulisses sentiu um frio na espinha:
— Luana?
Do telefone, ouviu-se um grito agudo de Luana, seguido por um estrondo enorme.
— Luana!
O sinal caiu e tudo ficou em silêncio do outro lado.
O coração de Ulisses bateu rápido, e, num instante, as costas dele até suaram.
Apertando o celular, ele caminhou a passos largos para fora, mas lembrou-se de algo e ligou para os guarda-costas que os acompanhavam.
Sua mente estava em completo caos.
Sua habitual compostura havia desaparecido.
Ninguém atendeu o telefone.
Ulisses ficou ainda mais desesperado.
Aconteceu alguma coisa...
Ele teve o pressentimento de que Luana havia sofrido um acidente.
Ele ligava de novo, de novo e de novo.
Não sabia quanto tempo havia passado até que, do outro lado, finalmente atenderam.
Sua voz saía trêmula:
— Onde está a Luana? Cadê a Luana?!
— A Srta. Lima... sofreu um acidente de carro. Sr. Serpa, não se desespere, a ambulância já chegou, nós...
Ulisses parecia não ouvir mais o que foi dito depois.
A cabeça dele deu um zumbido e então tudo ficou em branco.
Ele nem percebeu como deu as ordens, entrou no carro e, sem encerrar a chamada, foi direto para o hospital onde a ambulância havia levado Luana.
Embora o guarda-costas repetisse no telefone que Luana não corria risco de vida, enquanto não a visse com seus próprios olhos, o coração de Ulisses não conseguia se acalmar.
Logo que acordou, ela havia perguntado pelo motorista e pelos guarda-costas.
Com medo de que ela ficasse mal ou pensasse demais, Ulisses não contou a ela que eles ainda estavam sendo operados.
Então Luana ainda não sabia.
Ulisses respondeu com um "hum", ergueu o rosto e a encarou:
— Sente algum desconforto?
— Não. — Luana sorriu para ele: — Só um pouco cansada. Queria dormir um pouco.
— Pode dormir.
Ulisses continuou sentado à beira da cama, acompanhando-a, e só se levantou quando ela pegou no sono.
— O que houve no acidente?
O guarda-costas do carro de trás rapidamente respondeu:
— Quando o acidente aconteceu, já chamamos a polícia. A culpa foi do outro motorista, ele estava dirigindo bêbado.
— A identidade do sujeito está limpa? — A voz de Ulisses soou gélida: — Investiguem a fundo.
Ulisses não acreditava que fora só um simples acidente.
Seus motoristas eram muito experientes e rápidos.
Mas como o motorista ainda estava em cirurgia, ele não poderia fazer perguntas a ele.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Desprezada pelo Ex, Desejada pelo Magnata
Continua bloqueado os capitulos do 30 a 144, como podemos ler os outros gratuitos assim?????????...
Poxa....Desbloqueia do 30 ao 144, pq do 145 para frente estão desbloqueado....
Pq tá bloqueado do 30 até o 144, e não bloqueado do 145 até o 165?...
Não vai abrir os capítulos gratuitos? Quero muito ler!...
Vai ter atualização?...
Esse livro é muito bom! Libera mais capítulos grátis por favor!...