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Diamantes e Cicatrizes romance Capítulo 250

Ainda assim, ele assentiu, aceitando o conselho.

Os dois conversaram mais um pouco sobre negócios e o grupo empresarial, até que Cícero se despediu e voltou para a sala de estar.

Ao vê-lo, Arthur gritou alegremente:

— Papai, você voltou! Eu e a tia Weleska esperamos um tempão.

Cícero olhou para Weleska com um certo remorso:

— Desculpe por fazer você esperar.

Weleska balançou a cabeça. Embora tivesse engolido sapos com Adilson, a atitude de Cícero com ela permanecia a mesma.

— Não tem problema, Cícero. Eu esperaria por você o tempo que fosse preciso. — Disse Weleska, com timidez fingida.

Nada mais importava, desde que ela conseguisse segurar Cícero.

Quanto a Adilson, Weleska olhou para a direção do escritório e soltou um riso de desprezo em pensamento.

Naquela idade, ele não duraria muito. Ela não precisava se preocupar tanto com ele.

Cedo ou tarde, Adilson passaria o comando para Cícero, e ela não precisava temer alguém prestes a perder o poder.

— Vamos embora. — Disse Cícero.

Weleska pegou a mão de Arthur e, quando iam se virar para sair, o menino lembrou-se de algo e perguntou:

— Papai, e a mamãe? Eu queria falar com a mamãe, por que ela não está aqui?

Arthur olhou ao redor com seus grandes olhos redondos, insatisfeito por não ver Eduarda.

— Sua mãe já foi embora. — Respondeu Cícero.

— Ah? — Arthur fez um bico. — Por que a mamãe foi embora sem falar com a gente? Eu queria falar para ela ir na minha reunião da escola.

Arthur aproximou-se de Cícero e balançou a perna da calça dele.

— Papai, você disse que ia lembrar ela. E agora?

Cícero também só se recordara do fato naquele momento. Ele olhou para Arthur e disse:

— Depois eu falo com sua mãe. Vamos para casa primeiro.

Diante da resposta de Cícero, Arthur não teve como insistir.

Ele sabia que, se reclamasse mais, o pai poderia ficar zangado e ignorá-lo.

Arthur segurou novamente a mão de Weleska e disse docemente:

Enquanto isso, Eduarda deixou Zenilda no condomínio Vivendas do Parque.

Zenilda segurou a mão de Eduarda e disse com carinho:

— Eduarda, se tiver qualquer dificuldade no futuro, me conte na hora, está bem? Não carregue tudo sozinha, é cansativo demais.

Eduarda assentiu obedientemente:

— Eu vou contar, não serei mais teimosa.

Zenilda acariciou os cabelos dela, satisfeita e aliviada.

— Vá, volte e descanse bem. Amanhã você tem trabalho, não é?

— Sim, vou indo então. Semana que vem venho visitar a senhora. — Disse Eduarda sorrindo.

Zenilda assentiu e acompanhou Eduarda até a saída.

Eduarda sentou-se no banco do motorista de seu carro esporte e, assim que ligou o motor, várias notificações surgiram no celular.

Ela pegou o aparelho e viu que havia mensagens de várias pessoas.

Eram mensagens de Franklin, Emerson, Rafael e Cícero.

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