Logo ao amanhecer, Valentina despertou. Após uma rápida rotina de higiene, vestiu sua roupa de ioga e desceu para se exercitar.
Lucas, por outro lado, havia passado a noite em claro. Ele desceu no horário exato para acordar os dois filhos. Era segunda-feira, e Marina e Noah precisavam ir para a escola infantil.
Marina, como de costume, adorava enrolar na cama. Lucas precisou usar de todo o seu repertório: elogios, beijinhos e muita paciência para conseguir acalmar o mau humor matinal da pequena.
Noah, em contrapartida, era muito mais independente. Assim que o pai apareceu no quarto, ele levantou imediatamente, vestiu-se sozinho, escovou os dentes e lavou o rosto. Por fim, ainda organizou sua mochila e, como se não bastasse, ajudou a arrumar a mochila da irmã.
Pontualmente às oito horas, Lucas desceu segurando Marina no colo, enquanto com a outra mão conduzia Noah pela escada.
Valentina, já tendo terminado seus exercícios, voltou ao quarto para um banho. Depois, escolheu um elegante conjunto bege, fez uma leve maquiagem e pegou sua bolsa antes de sair do quarto.
Às nove e meia, ela tinha uma reunião marcada na Estelar Produtora com um diretor, para entrevistar um novo ator em potencial.
Quando desceu as escadas, Lucas estava com as crianças na mesa, ajudando-os a tomar café da manhã.
Assim que viram Valentina, os dois pequenos exclamaram em uníssono:
— Mamãe, bom dia!
— Mamãe, bom dia! — Repetiu Noah.
Valentina aproximou-se, acariciou as cabeças dos dois e sorriu. Seus olhos brilharam com ternura.
— Bom dia.
Lucas a observou e perguntou:
— Dormiu bem ontem à noite?
Valentina lançou-lhe um sorriso calmo.
— Tomei banho e fui direto dormir. Tive uma ótima noite de sono.
Lucas apertou os lábios, mas não disse nada.
Valentina não percebeu o olhar diferente no rosto dele. Ela simplesmente escolheu um lugar à mesa e sentou-se.
Renata trouxe um prato com pães frescos e colocou diante dela.
Com uma mão, Valentina segurou o celular, abrindo o WhatsApp para conferir a agenda do dia enviada por Lily. Com a outra, pegou um pedaço de pão e comeu com elegância.
Com Lucas cuidando das crianças, Valentina não precisava se preocupar com absolutamente nada.
Aquela cena da família reunida à mesa era tão harmoniosa que Renata, ao olhar para eles, teve a impressão de estar diante de uma pintura perfeita.
Depois do café da manhã, os quatro saíram juntos.
— Não tenho nada urgente para resolver hoje no Grupo Albuquerque. — Disse Lucas. — Posso levar vocês.
Valentina olhou para ele e respondeu com simplicidade:
— Tudo bem.
…
O Bentley preto parou na entrada da escola infantil. Lucas e Valentina desceram para levar as crianças até a porta.
Marina ficou ainda mais animada.
— Eu te disse! Meu papai é o mais bonito de todos os pais da nossa escola! Agora seu papai vai ter que ser o segundo mais bonito!
Helga ficou sem graça.
Valentina achou que Marina estava sendo um pouco ousada demais. Então, virou-se para o pai de Helga e disse, com um sorriso educado:
— Desculpa, ela ainda é criança e não mede as palavras.
O pai de Helga sorriu, cordial.
— Não se preocupe, é normal. Crianças falam o que pensam. É até engraçado.
Depois de trocarem algumas palavras cordiais, os dois se despediram de seus filhos e os deixaram sob os cuidados dos professores.
De volta ao carro, Lucas deu partida, dirigindo em direção à Estelar Produtora.
No caminho, Valentina olhou para ele e perguntou:
— Você não acha que está mimando demais a Marina?
Lucas, com uma mão no volante, lançou-lhe um olhar de lado.
— Por que acha isso?
— Antes, Marcos e meus padrinhos sempre faziam todas as vontades dela. Eu sei que meninas precisam ser criadas com cuidado e carinho, mas tenho medo de que, se continuarmos cedendo a tudo, ela cresça mimada demais e acabe ficando sem amigos de verdade no futuro.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Dr. Lucas, Sua Esposa Disse Que Não te Quer Mais
Sinceramente, nojo da Valentina e de todos os adultos dessa história. Descontar frustração e mágoa em uma criança de 5 anos que desde o começo é perceptível a manipulação sobre ela, argh, só me dá asco! Alguém Pedir pra escolher entre uma criança ou a si? Sinceramente, tão lixo quantos os outros."Redenção" baseada em frieza e irresponsabilidade afetiva com criança não me desse. Não leiam, não vale a pena, a não ser q pra vc atitudes assim tenham justificativa em nome do amadurecimento...
Sinceramente, nojo da Valentina e de todos os adultos dessa história. Descontar frustração e mágoa em uma criança de 5 anos que desde o começo é perceptível a manipulação sobre ela, argh, só me dá asco! Alguém Pedir pra escolher entre uma criança ou a si? Sinceramente, tão lixo quantos os outros."Redenção" baseada em frieza e irresponsabilidade afetiva com criança não me desse. Não leiam, não vale a pena, a não ser q pra vc atitudes assim tenham justificativa em nome do amadurecimento...
Sinceramente, nojo da Valentina e de todos os adultos dessa história. Descontar frustração e mágoa em uma criança de 5 anos que desde o começo é perceptível a manipulação sobre ela, argh, só me dá asco! Alguém Pedir pra escolher entre uma criança ou a si? Sinceramente, tão lixo quantos os outros."Redenção" baseada em frieza e irresponsabilidade afetiva com criança não me desse. Não leiam, não vale a pena, a não ser q pra vc atitudes assim tenham justificativa em nome do amadurecimento...
Escritor vc nunca teve filhos? Que maldade é essa com essa criança? Rejeitada por todos, só tem 5 anos. Amolece o coração desses seus personagens pq é impossível existir pessoas tão escritas assim. Afinal....
Que adultos, TODOS, miseráveis...a criança é criança, e estes adultos são lixos desde a mãe postiça , pai, vós família etc... Horrível...