Entrar Via

Ela é o Oceano, Eu Sou o Náufrago romance Capítulo 449

Adalberto soubera, pela boca do garoto Dagoberto, que Leandro estava ferido e internado.

Às 11 horas da manhã, foi até o quarto. Sem bater à porta, simplesmente girou a maçaneta e entrou.

Leandro conversava com Miguel. Ao ouvir o barulho, ambos olharam na direção da porta.

Miguel, de forma muito respeitosa, disse:

— Presidente Adalberto.

Adalberto acenou com a cabeça e, sem dizer mais nada, puxou uma cadeira e se sentou de forma despreocupada, observando Leandro com um olhar curioso, avaliando o seu estado de ferido. Arqueou uma sobrancelha e perguntou:

— Ouvi dizer que você está bem machucado?

Leandro sabia bem o tipo de pessoa que ele era e não respondeu.

— Você deveria voltar para a empresa.

— Certo, Presidente Leandro.

Miguel pegou os documentos que Leandro havia assinado e saiu, fechando a porta atrás de si.

No quarto, permaneceram apenas os dois.

— Por que você veio?

Adalberto, sempre sarcástico, com um sorriso de canto de boca, disse:

— Ouvi dizer que você está bem mal, talvez não tenha muito tempo de vida, então, como amigo, vim te ver pela última vez.

Leandro respondeu com indiferença:

— Vai se decepcionar, estou muito bem.

— Fiquei sabendo que você fez a boa ação de salvar uma mulher e levou uma facada de um sequestrador que nem o Dagoberto consegue vencer?

Adalberto alongou a fala, e o sorriso no canto da boca parecia ainda mais malicioso, com uma expressão provocadora.

Leandro lançou-lhe um olhar frio:

— O médico disse que preciso descansar.

O que queria dizer era: "Saia logo, não me atrapalhe."

Adalberto, vendo uma banana ao lado, pegou uma, tirou a casca e deu uma mordida, falando enquanto mastigava:

— Deve estar entediado aqui sozinho, vou ficar para conversar um pouco com você.

Leandro ficou sem palavras.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela é o Oceano, Eu Sou o Náufrago