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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1214

VerMe piscou os olhos e olhou para Cecília.

Cecília balançou a cabeça em silêncio.

VerMe entendeu na hora e começou a inventar com naturalidade: — Ah, eu acabei de ver a Ceci escondido, mas ela vai dar uma festa com o pessoal da equipe hoje, não vai ter tempo de comer com a gente.

Henrique riu no telefone: — Tudo bem, então hoje vou te levar naquele churrasco famoso daqui da República de Cássia, amanhã nós vamos juntos ver a minha irmã competir.

Os olhos de VerMe brilharam e ela concordou de imediato.

Após desligar, VerMe estalou a língua e sussurrou: — O Irmão Henrique é mesmo uma pessoa muito boa. É bonito, tem dinheiro, sabe cozinhar e entende de comida...

Cecília olhou para ela: — Então vá comer com o meu irmão.

Ela fez uma pausa, soando um pouco conformada: — Não deixe meu irmão esperando.

VerMe piscou, entendendo a brincadeira na frase, corou as orelhas e mudou de assunto: — Toma cuidado, volta assim que terminar. Aqui não é a Cidade Capital, não é o nosso território.

— Eu sei. — Cecília abriu a porta e desceu do carro.

Na noite, o carro esportivo vermelho logo virou e sumiu no fim da rua.

Cecília puxou o capuz, com as mãos nos bolsos do moletom.

Ela virou e andou na direção do Centro de Ciência.

...

O Centro de Ciência da República de Cássia parecia muito mais solene à noite do que de dia.

Sendo a torre de marfim da área médica internacional.

O prédio foi construído com extremo luxo e um toque futurista.

Cecília evitou a entrada principal e as rotas das patrulhas, pulando pela parte de trás em um ponto cego.

Pousou sem fazer barulho.

Ela deu uma volta pelo exterior do prédio.

Não viu quase nada estranho no caminho.

Eram laboratórios oficiais de ponta, plataformas de exibição de alta tecnologia, auditórios formais e tudo mais.

A segurança era alta, mas dentro do esperado para um centro de pesquisa de nível mundial.

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