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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1237

Ao ouvirem aquilo, todos ficaram revoltados.

— Mentira! Fizeram isso de propósito!

— Canos estouraram? E por que só alagou os uniformes de Serena do Sul?!

— Deveriam dizer que as roupas criaram pernas e correram!

— Se a gente for na cerimônia vestido com isso, a intenção é só nos humilhar!

— Com a bandeira torta, eles ainda têm a cara de pau de dizer que fizeram correndo pra gente?

O grupo inteiro estava enfurecido.

Porém, após xingarem, a preocupação retornou.

Todos sabiam que não adiantava só ter raiva.

Se não usassem os uniformes e fossem de roupas comuns para a cerimônia.

A imprensa internacional aproveitaria para criticar, falando que a delegação não possuía o menor cuidado com a própria imagem.

E zombariam, dizendo que o grupo não tinha disciplina ou espírito de equipe.

Mas se usassem aqueles trapos feios, estariam dando aos cassianos o que queriam, aceitando a humilhação de braços abertos.

Eles estavam sem saída.

O Professor Hong, por instinto, olhou para Cecília.

Ela deu uma olhada para a caixa no chão e disse, com tranquilidade:

— Joguem tudo fora.

O professor piscou:

— Jo-jogar fora?

Ele olhou fixamente para ela, engoliu em seco, e uma ideia inacreditável surgiu na cabeça dele:

— Não me diga que... você também tinha se preparado em relação aos uniformes?

Cecília o encarou sem responder, abaixou a cabeça e mandou uma mensagem.

Dez minutos depois.

Um grupo de pessoas entrou correndo pela porta do hotel.

Quem liderava era Fábio Mancini.

Atrás dele, funcionários e seguranças empurravano dois imensos baús pretos.

Eles puseram os baús perto do grupo. Fábio curvou-se, de modo polido, e disse:

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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