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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 169

— Cecília! Cecília! Aquele meu último rasante na curva! Diz aí se não lembrou um pouco da sua glória nos velhos tempos!

Isaque Pereira correu até Cecília. Seu rosto transbordava empolgação. Parecia um cachorrinho fiel implorando por carinho.

Cecília manteve a expressão neutra. Com precisão cirúrgica, apontou todos os riscos e erros que Isaque Pereira deveria ter evitado na pista.

Em seguida, ensinou algumas táticas e manobras de correção.

Quando ela terminou...

Vânia Guimarães juntou as mãos, olhando para Cecília com os olhos brilhando de admiração:

— Cecília, mesmo sem você ter corrido hoje... eu achei você muito mais incrível que o Isaque!

Os olhos de Isaque Pereira se arregalaram:

— Poxa, Vânia! Assim você me ofende. Não quer mais o prêmio do campeonato, é?

Ele até admitia que não era tão incrível quanto Cecília.

Mas que homem assumiria isso em voz alta?

Homem que respira tem que ter autoconfiança!

Vânia Guimarães deu de ombros, despreocupada:

— Não ligo! Eu já tenho a Fantasma que a Cecília me deu!

O sorriso de Isaque Pereira sumiu na hora:

— Então de que adiantou eu me matar para vencer essa corrida?

Vânia Guimarães pensou um pouco:

— Serviu para provar que você... é bonzinho?

Isaque Pereira torceu os lábios.

Ele sabia muito bem que era incrível!

Espera!

Como se lembrasse de algo, seus olhos brilharam. Ele inclinou a cabeça na direção de Cecília:

— Cecília, se você deu a Fantasma para a Vânia, você ficou sem moto. Que tal... eu te dar o prêmio que acabei de ganhar? O troféu que consagra o meu título de Deus das Corridas deste mês!

Cecília levantou a mão e empurrou a cabeça colorida dele para longe:

— Eu tenho cara de quem precisa de carro?

Isaque Pereira se lembrou do atual sobrenome de Cecília.

Ficou em silêncio.

É verdade.

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