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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 126

— As coisas realmente mudaram — Olívia alfinetou com sarcasmo. — A nora come às custas da família, gasta o dinheiro da família, mas não consegue botar um único ovo. E agora, quando pedimos um favorzinho, ela ainda quer negociar. Você é bem espertinha, não é, Giovanna?

Giovanna a ignorou, guardou sua cópia do acordo e se preparou para sair.

— Farei o meu melhor em relação ao projeto do Grupo Peixoto, mas espero que cumpram a promessa e não incomodem minha tia e minha avó.

Depois que ela saiu, Olívia reclamou com Letícia:

— Por que você a mima tanto, a ponto de concordar em assinar esse acordo? Acha mesmo que ela teria coragem de não ajudar o Lucas?

— Mãe, você não acha que a Giovanna mudou muito ultimamente? — Letícia ponderou.

Olívia pensou por um momento e respondeu:

— O gênio dela parece ter piorado. Provavelmente o Lucas a mimou demais.

Letícia suspirou ao ver que a mãe não havia percebido a intenção de Giovanna de ir embora.

Deixa para lá, não havia necessidade de contar isso à mãe.

Giovanna ainda tinha alguma utilidade para a empresa; era melhor mantê-la na Família Albuquerque.

No entanto, ela ainda precisaria encontrar uma oportunidade para avisar Sabrina, dizendo-lhe para se intrometer menos nos assuntos da empresa no futuro, a fim de evitar mais problemas.

Sem a capacidade de Giovanna, quanto mais ela fizesse, mais erros cometeria.

Giovanna saiu do escritório e voltou ao salão de banquetes.

Nesse momento, percebeu que alguém a observava.

Ela olhou na direção da pessoa e viu uma jovem de ótima aparência e postura elegante.

Ao notar o olhar de Giovanna, a mulher retribuiu com um toque de arrogância antes de virar as costas e se afastar.

Desde que se casou com Lucas, Giovanna havia se acostumado a esse tipo de olhar.

Porque as irmãs da Família Albuquerque, assim como as socialites que frequentavam seu círculo, sempre a olhavam dessa forma, como se ela fosse alguém de origem inferior.

Mas Giovanna não se importava com o que pensavam dela.

Ela sabia muito bem que apenas pessoas vazias por dentro precisavam diminuir os outros para se sentirem superiores.

A empregada se aproximou novamente, dizendo que a Sra. Peixoto a estava procurando.

Ela então entrou na sala de descanso.

A jovem que acabara de agir com arrogância também estava lá.

A Sra. Peixoto sorriu e as apresentou:

— Giovanna, esta é a minha filha, Paloma. Vocês têm a mesma idade, é uma ótima oportunidade para se conhecerem.

Foi então que Giovanna percebeu que aquela era a filha adotiva da Sra. Peixoto.

Giovanna saiu acompanhada pela Sra. Peixoto e a filha.

Ao chegarem ao centro do salão de banquetes, Olívia, que estava em frente ao bolo, chamou a Sra. Peixoto:

— Ivone, venha cortar o bolo comigo.

A Sra. Peixoto sorriu e se aproximou:

— Claro.

Todos começaram a cantar parabéns.

Giovanna estava parada em silêncio, quando de repente ouviu o grito de Paloma logo à frente.

Paloma havia esbarrado no canto da mesa, fazendo com que as garrafas de vinho caíssem.

Estilhaços de vidro se espalharam pelo chão.

A perna de Paloma estava ensanguentada.

Enquanto Giovanna ainda tentava processar o que havia acontecido, Paloma olhou para ela com uma expressão de choque e confusão.

Ao lado, Patrícia levantou a voz:

— Giovanna, por que você empurrou a Paloma?

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