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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 582

Quarenta minutos depois, a campainha tocou.

Giovanna pegou a entrega, avaliou o entregador positivamente no aplicativo e deu uma gorjeta.

Ela separou os remédios e os guardou na caixa de primeiros socorros.

Depois, colocou o suco de laranja no balcão ao lado da geladeira.

O Arroz se aproximou e cheirou a carne seca na sacola.

Giovanna acariciou a cabeça dele: — Você não pode comer isso.

Dito isso, ela pegou um pacote de maçã desidratada para pets no armário, abriu e deu dois pedaços para ele.

O Arroz mastigou a maçã alegremente, sentando-se num canto para comer em paz.

Após terminar, ele caminhou com passos preguiçosos de volta para sua caminha.

Giovanna sorriu com a fofura dele.

O Arroz era realmente um bichinho nada ganancioso. Sempre que recebia um petisco, comia e ficava satisfeito, sem nunca fazer escândalo pedindo mais.

Às duas e meia da manhã, Gustavo finalmente chegou em casa.

Ao ouvir o barulho, Giovanna sentou-se na cama.

Depois de tomar banho no banheiro de hóspedes, Gustavo entrou de mansinho. Vendo-a sentada, perguntou baixinho: — Por que acordou?

Ela estendeu os braços para ele.

Gustavo subiu na cama e a abraçou.

Giovanna perguntou: — Está cansado?

Ele riu de leve: — Não, eu dormi um pouco no avião.

Giovanna bocejou: — Mentira, com esse tempo, o avião com certeza passou por turbulências. Duvido que tenha conseguido descansar.

— Da próxima vez, não me espere. Seu trabalho consome muita energia, se dormir mal, vai afetar o seu desempenho no dia seguinte.

Sentindo o cheiro dele, Giovanna se sentiu totalmente segura.

Percebendo que ela parou de falar, Gustavo abaixou a cabeça e viu que ela já havia adormecido.

Com movimentos suaves, ele a deitou na cama e, em seguida, se deitou também, apenas a abraçando.

Na manhã seguinte, ao acordar, Giovanna percebeu que Gustavo não estava na cama.

Olhou a hora: eram sete da manhã. Ele não havia dormido nem cinco horas.

Após se arrumar, ela saiu do quarto e viu o homem na cozinha, preparando o café da manhã enquanto falava ao telefone.

Pela voz, estava orientando seu assistente a preparar alguns documentos.

Giovanna foi até o móvel da entrada, pegou a pasta dele e colocou dentro uma garrafa de suco de laranja, um vidro de vitamina C, cartelas de remédio para gripe, um pacotinho de carne seca e um de balas de menta.

Depois, colocou a pasta de volta no lugar.

"Está bem."

Ao ler a mensagem, Ivone sorriu, mas logo seus olhos marejaram novamente.

Ela se sentia confortada pela maturidade de Giovanna, mas também o coração doía por ela ser tão compreensiva.

Após passar um mês inteiro enfurnada no laboratório, Giovanna estava visivelmente mais magra.

Toda vez que Gustavo voltava, ele acariciava o rosto dela e sempre suspirava: — Giovanna, parece que você emagreceu de novo. Não está comendo direito?

A mente de Giovanna estava cheia de dados da pesquisa. Às vezes, ela até se distraía enquanto conversava com Gustavo.

Gustavo acabou se acostumando com esse jeito e não a interrompia quando ela entrava em transe pensando no trabalho.

Na manhã de quarta-feira, após uma reunião, Giovanna teve uma nova ideia. Ela imediatamente vestiu a roupa esterilizada e entrou no laboratório.

Ela só saiu de lá às nove da noite, indo direto para a mesa organizar os dados.

Às onze da noite, Gustavo mandou mensagem perguntando a que horas ela voltaria para casa.

Ocupada, ela não respondeu.

Renan também recebeu uma ligação do Sr. Gustavo. Vendo como Giovanna estava completamente absorvida, esquecendo de comer e dormir, ele não ousou interrompê-la.

Então, ele tirou uma foto de Giovanna trabalhando e enviou a Gustavo.

"Sr. Gustavo, a patroa ainda está trabalhando."

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