O carro de Teodoro estava ao lado de Renan.
Vendo que o carro de Lucinda estava prestes a colidir, Teodoro girou o volante, posicionando-se exatamente entre o carro de Renan e o de Lucinda.
Assim, Lucinda chocou-se contra o carro de Teodoro.
O veículo de Teodoro era modificado e, após a batida, sofreu apenas um amassado na lataria.
O carro esportivo de Lucinda não teve a mesma sorte; a frente do carro ficou totalmente destruída. A cabeça dela bateu contra o volante, e um enorme galo apareceu na sua testa.
Frustrada por não ter batido no carro de Giovanna, ela perdeu as estribeiras.
Era inacreditável que Gustavo tivesse colocado tantos guarda-costas à disposição daquela garota.
Teodoro desceu do carro, caminhou até o dela e bateu na janela.
Apesar do descontentamento, Lucinda foi obrigada a abaixar o vidro.
— Teodoro, é você!
Ela ficou ainda mais irritada.
Teodoro costumava ser o guarda-costas mais eficiente ao lado de Gustavo.
Quem aquela Giovanna pensava que era?
Sem um pingo de cortesia, Teodoro a encarou com frieza: — Eu vou relatar o que aconteceu ao Sr. Gustavo. Srta. Lucinda, por favor, pare de seguir a Srta. Giovanna.
Revoltada, Lucinda retrucou: — Teodoro, eu sou prima do Gustavo! Quem a Giovanna pensa que é? Como ousam ficar do lado dela?
Teodoro franziu o cenho.
Sempre ao lado de Gustavo, os guarda-costas sabiam muito bem sobre o registro de casamento de Gustavo e Giovanna, mas, sob as ordens do chefe, mantinham tudo em segredo absoluto.
Naquele momento, um policial de trânsito se aproximou.
Sendo a parte culpada, Lucinda finalmente se deu conta das consequências e sentiu o peso da culpa.
Ela olhou para Teodoro, implorando: — Teodoro, daqui a pouco você tem que me dar uma força.
A expressão de Teodoro era gélida.
Quando o policial questionou a situação, Teodoro não fez menção alguma de ajudar Lucinda. No fim, ela foi levada para a delegacia para prestar depoimento.
Dentro do carro, Giovanna olhou para trás.
Após encerrar a chamada, os dois se preparavam para jantar.
O telefone da Sra. Goulart tocou na mesma hora.
— Gustavo, ela é sua prima. Só foi fazer uma brincadeirinha, e você mandou a menina pra cadeia?
O tom de Gustavo soou sombrio: — Ela bateu o carro em alguém de propósito. Isso é brincadeirinha? Mãe, essa sua permissividade só vai destruir a vida dela.
— Mas ela ainda é uma criança... — defendeu a Sra. Goulart com pena. — Tire ela de lá agora! Ela não é acostumada com o sofrimento na delegacia!
Gustavo deu uma risada de desprezo: — Ela já passou dos vinte anos, é bem capaz de assumir as consequências de seus atos. Só você acha que ela é uma criança.
Com isso, ele desligou na cara dela.
Sabendo que ele lidaria com a situação, Giovanna preferiu não dizer palavras desagradáveis e continuou a jantar em paz com ele.
*
Lucinda permaneceu na delegacia por umas quatro ou cinco horas, até ser liberada sob fiança por um advogado contratado pela Sra. Goulart.
A ferida em sua testa ainda não tinha sido tratada, e a dor a deixava atordoada.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......