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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 664

— Tudo bem — concordou Giovanna.

Gustavo ainda pegou uma manta pequena e a entregou a ela: — O ar-condicionado novo vai ser mais potente. Use a manta no escritório para não passar frio.

— Certo.

Antes de sair para o trabalho, Giovanna não resistiu e deixou um beijo suave no rosto dele: — Estou indo. Até a noite.

Quando chegou ao laboratório, Caio já estava lá. Ele se aproximou, animado: — Todo ano esse ar-condicionado quebra nessa mesma época, e eles só consertam depois da quarta ou quinta tentativa. Eu não esperava que a administração fosse tão generosa dessa vez a ponto de trocar por um novinho em folha!

Giovanna apenas sorriu, sem mencionar que havia sido Gustavo quem mandara instalar.

Logo depois, Lucinda chegou para trabalhar trazendo dois copos de café gelado.

No dia anterior, ela também havia sofrido muito com o calor no escritório e quase foi embora para casa só para ficar no ar-condicionado.

Mas, no fim, conseguiu se segurar.

Se ela matasse o trabalho, quem garantiria que Giovanna não a demitiria na mesma hora?

Ao ver o ar-condicionado novo no teto, o rosto dela se iluminou instantaneamente.

Ela estendeu um dos copos de café para Giovanna, sorrindo de orelha a orelha: — Giovanna, comprei um café para você.

Giovanna evitava bebidas geladas e, por causa da gravidez, também não queria ingerir cafeína, então passou o copo para Caio.

Caio agradeceu a Lucinda: — Valeu.

Lucinda, um pouco curiosa, perguntou a Giovanna: — Se você não bebe café, como consegue manter tanta energia todos os dias?

Caio também olhou para a colega: — É verdade, você adorava café. Por que parou de beber de repente?

Obviamente, Giovanna não diria que estava grávida.

Ela deu um leve sorriso e inventou uma desculpa qualquer: — Eu já tomei o meu em casa.

Nenhum dos dois pensou muito sobre o assunto e aceitaram a explicação.

Naquela noite, havia um jantar de negócios inadiável, e Giovanna levou Lucinda consigo.

Como o Professor Hugo ainda estava se recuperando, as reuniões com parceiros continuavam sob a responsabilidade de Giovanna ou de Caio.

— Sim. Com os ensinamentos certos, ela definitivamente vai conseguir seguir o caminho correto.

Enquanto Giovanna foi tomar banho, Gustavo ligou para Lucinda.

Lucinda ainda estava um pouco tonta e se preparava para dormir quando viu o nome dele brilhar na tela. Confusa, atendeu: — Gustavo? Aconteceu alguma coisa?

— Fiquei sabendo que você bebeu no lugar da Giovanna hoje.

— Sim. Eu reparei que a dieta da Giovanna está muito leve ultimamente, então achei que ela devia estar com problemas no estômago. Por isso, bebi por ela. De qualquer forma, eu aguento bem a bebida, é melhor que eu beba do que ela.

Gustavo soltou uma risada grave: — Quando voltarmos para a Capital, vou te dar um carro. Você mesma poderá escolher.

Lucinda arregalou os olhos: — É sério?!

Mas, no instante seguinte, o tom dela mudou para uma pequena indignação: — Sabe, Gustavo, você não está sendo muito generoso com a Giovanna. Você me dá um carro de luxo, mas deixa ela dirigindo aquele carro super comum. Sendo tão pão-duro com a namorada, uma hora a Giovanna vai acabar enjoando de você.

Desde que se tornara assistente de Giovanna, ela havia mudado totalmente de lado, tornando-se uma defensora ferrenha e começando a repreender o próprio Gustavo.

Gustavo ficou sem palavras. — ...

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