— Então eu mesma levo a sua comida lá.
Giovanna não sabia se ria ou se chorava:
— Mãe, eu já trabalho, não estou mais no ensino fundamental. Você não precisa fazer entregas de comida para mim.
Ivone suspirou suavemente:
— Um tempo atrás, eu sonhava todas as noites que você e o Odemar iam para a escola. Eu levava e buscava vocês todos os dias. Cada vez que os deixava, ficava com o coração apertado, e cada vez que os buscava, sentia uma alegria imensa.
Giovanna lembrou-se de quando estava no ensino fundamental. Ela invejava profundamente os outros alunos que eram buscados pelos pais, enquanto ela tinha que voltar para casa sozinha a pé.
O destino havia pregado peças cruéis, e ela e Ivone haviam perdido muitos momentos preciosos.
Ela se inclinou para abraçar a mãe e sorriu:
— Tudo bem, você pode vir me levar o almoço e me buscar no trabalho de vez em quando. Mas fique claro: só de vez em quando. Não quero que você fique muito cansada.
Ivone se iluminou:
— Posso ir mesmo?
— Uhum.
No dia seguinte, Ivone mandou que a empresa de mudanças trouxesse todas as suas coisas.
Giovanna avisou Yara com antecedência, dando-lhe alguns dias de folga, e passou a jantar no apartamento de Ivone.
As duas se deitaram na mesma cama para conversar.
Ivone demonstrava um interesse enorme pela infância da filha.
Giovanna selecionou as memórias mais engraçadas e interessantes para contar, omitindo intencionalmente os momentos que causariam tristeza à mãe.
Na noite de terça-feira, Gustavo terminou sua viagem de negócios e voltou para a Cidade Nova.
Ao descobrir que Ivone havia se mudado para o apartamento em frente, ele sorriu e sugeriu:
— Nós podemos comprar uma mansão, assim teremos mais espaço.
No entanto, Ivone recusou balançando a cabeça:
— Vocês, jovens, precisam do próprio espaço. Sermos vizinhos assim é a distância perfeita.
Embora desejasse ver Giovanna todos os dias, ela sabia muito bem que a filha já era adulta e não mais uma criança pequena que precisava da mãe vinte e quatro horas por dia.
Ela devia garantir que Giovanna tivesse seu próprio espaço de independência.
À noite, Giovanna e Gustavo voltaram para seu apartamento.
Gustavo comprou um presente para ela: um Papai Noel de cerâmica que cantava.
Giovanna sorriu e brincou:
— Você realmente está me tratando como uma criança para mimar?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......