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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 712

— Então eu mesma levo a sua comida lá.

Giovanna não sabia se ria ou se chorava:

— Mãe, eu já trabalho, não estou mais no ensino fundamental. Você não precisa fazer entregas de comida para mim.

Ivone suspirou suavemente:

— Um tempo atrás, eu sonhava todas as noites que você e o Odemar iam para a escola. Eu levava e buscava vocês todos os dias. Cada vez que os deixava, ficava com o coração apertado, e cada vez que os buscava, sentia uma alegria imensa.

Giovanna lembrou-se de quando estava no ensino fundamental. Ela invejava profundamente os outros alunos que eram buscados pelos pais, enquanto ela tinha que voltar para casa sozinha a pé.

O destino havia pregado peças cruéis, e ela e Ivone haviam perdido muitos momentos preciosos.

Ela se inclinou para abraçar a mãe e sorriu:

— Tudo bem, você pode vir me levar o almoço e me buscar no trabalho de vez em quando. Mas fique claro: só de vez em quando. Não quero que você fique muito cansada.

Ivone se iluminou:

— Posso ir mesmo?

— Uhum.

No dia seguinte, Ivone mandou que a empresa de mudanças trouxesse todas as suas coisas.

Giovanna avisou Yara com antecedência, dando-lhe alguns dias de folga, e passou a jantar no apartamento de Ivone.

As duas se deitaram na mesma cama para conversar.

Ivone demonstrava um interesse enorme pela infância da filha.

Giovanna selecionou as memórias mais engraçadas e interessantes para contar, omitindo intencionalmente os momentos que causariam tristeza à mãe.

Na noite de terça-feira, Gustavo terminou sua viagem de negócios e voltou para a Cidade Nova.

Ao descobrir que Ivone havia se mudado para o apartamento em frente, ele sorriu e sugeriu:

— Nós podemos comprar uma mansão, assim teremos mais espaço.

No entanto, Ivone recusou balançando a cabeça:

— Vocês, jovens, precisam do próprio espaço. Sermos vizinhos assim é a distância perfeita.

Embora desejasse ver Giovanna todos os dias, ela sabia muito bem que a filha já era adulta e não mais uma criança pequena que precisava da mãe vinte e quatro horas por dia.

Ela devia garantir que Giovanna tivesse seu próprio espaço de independência.

À noite, Giovanna e Gustavo voltaram para seu apartamento.

Gustavo comprou um presente para ela: um Papai Noel de cerâmica que cantava.

Giovanna sorriu e brincou:

— Você realmente está me tratando como uma criança para mimar?

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