O rosto de Odemar se contorceu em desgosto:
— Foi aquela Valentina que você trouxe para casa, agindo como uma cobra venenosa, que quase destruiu a minha mão e que fez mal à minha mãe e à minha irmã. E você quer fingir que nada aconteceu, querendo que fiquemos todos juntos como uma grande família. Sr. Elpídio, você é arrogante demais. No fundo, eu e Giovanna somos apenas ferramentas para você exibir seu sucesso e criar uma boa imagem pública.
Recentemente, a mãe ia todos os dias entregar comida para ele e acompanhá-lo na fisioterapia.
Ele conseguia sentir a culpa, a dor e a tristeza dela.
E Elpídio só havia aparecido para exibir sua autoridade paterna, esperando que ele e Giovanna rapidamente se rendessem e agissem como filhos obedientes.
Heh, será que ele realmente os amava?
A única pessoa que ele amava era a si próprio.
Ao ouvir as palavras do filho, o rosto de Elpídio escureceu.
— Odemar, é assim que você fala com seu pai?
Assim que a frase escapou, ele se arrependeu.
Se o tivesse criado por vinte e poucos anos, seria perfeitamente natural usar esse tom de repreensão.
Mas ele nunca foi pai de Odemar um dia sequer na vida. Antes de tudo isso, eles eram meros desconhecidos. Aquela frase, sem dúvida, só serviria para afastar Odemar ainda mais.
Ele tentou se desculpar, mas o seu ego o impediu de abaixar a cabeça.
A expressão de Odemar ficou ainda mais fria:
— Que eu me lembre, o Sr. Elpídio tem outro filho. Se quiser repreender um filho, vá atrás dele, não de mim. Tenho que trabalhar. Por favor, retire-se.
Vendo a raiva dele, Elpídio foi embora, envergonhado e amargurado.
Ele nunca imaginaria que, assim como a filha não era fácil de enrolar, o filho também tinha uma teimosia absurda.
Será que durante toda a sua vida ele nunca conseguiria ter uma boa convivência com os próprios filhos?
Quando chegou em casa, Elpídio estava com tanta raiva que perdeu o apetite e o sono.
No dia seguinte, ele ligou para Ivone.
No passado, Olívia sempre a tratou com desprezo, mas hoje estava ostentando um largo sorriso.
O semblante de Giovanna permaneceu indiferente, sem vontade nenhuma de dar-lhe atenção.
Olívia se aproximou com um sorriso amigável:
— Giovanna, o que aconteceu antes foi tudo um mal-entendido. Você me conhece, eu falo o que me dá na telha, tenho um gênio forte, e às vezes as palavras que saem da minha boca não são nada parecidas com o que sinto de verdade. Além disso, se eu não gostasse de você, como eu teria deixado o Lucas trazê-la para a nossa família no começo? Quanto àquele negócio da certidão de casamento, na época a irmã mais velha do Lucas encheu a minha cabeça, e num momento de confusão, eu deixei você passar por aquela injustiça.
Giovanna respondeu secamente:
— O que você quer dizer?
Olívia deu uma risadinha:
— Vamos deixar o passado no passado. Mesmo que você e o nosso Lucas não estivessem destinados a ficar juntos, no fundo eu e a Ivone já tivemos um bom relacionamento antes. Já que você é filha dela, ainda vou tratá-la como se fosse minha própria sobrinha. Daqui para frente, vamos agir como uma família de novo, que tal?
Olívia sabia que a garota ainda guardava ressentimentos.
No entanto, no momento, o Grupo Albuquerque precisava dos recursos da Família Peixoto e do suporte técnico de Giovanna.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Autora ta enrolando demais, que chatissr essa relação Lucas & Giovana, nunca fala a real que existe certidão de casamento Vc colocou a personagem como idiota, submissa Puts ta uma merda.......
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......