— Fui eu que fui cruel, ou foram vocês, da família Albuquerque? Vocês não se esqueceram de tudo o que me fizeram no passado, não é? — Giovanna perguntou, com um tom de voz gélido e distante. — Eu já estive grávida do Lucas, e ele próprio matou essa criança. Até hoje, lembro-me da dor lancinante de ter meu filho arrancado de mim. Letícia, você me pede para esquecer tudo, fazer as pazes com a sua família e ganharmos dinheiro juntos? Acha mesmo isso possível?
Letícia ficou perplexa.
— Você e o Lucas já tiveram um filho? Não, isso é impossível... Se for verdade, por que você nunca disse nada na época?
Giovanna soltou um riso frio.
— Ele trouxe a Sabrina para dentro de casa com total arrogância. Se eu tivesse falado, o que o meu filho seria para vocês? Um bastardo dos Albuquerques? Isso eu jamais aceitaria. Minha intenção era ir embora e criá-lo sozinha, mas o Lucas não me deu sequer essa chance. Letícia, se fosse você, perdoaria tão facilmente alguém que fez mal ao seu filho?
Letícia também era mãe, então compreendia perfeitamente o sentimento de Giovanna.
Contudo, quando o culpado era seu próprio irmão, ela não conseguia ficar do lado de Giovanna. Com a voz embargada, ela suplicou:
— Giovanna, tudo isso já faz muito tempo. Além do mais, você agora está com o Gustavo e terá um futuro muito mais brilhante pela frente. Não poderia simplesmente deixar a nossa família em paz? Deixar o Lucas em paz?
— Sinto muito, mas não sou tão benevolente assim.
Giovanna encerrou a ligação.
Yara cortou dois kiwis e os colocou na frente dela.
— Giovanna, coma um pouco de fruta.
A babá olhou para a barriga da jovem com um sorriso no rosto. Antes, ela já havia notado que Giovanna estava ganhando peso repentinamente, mas ao descobrir que era devido à gravidez, ficou imensamente feliz por ela. Era normal que as futuras mães ganhassem peso; só assim o bebê nasceria saudável.
Giovanna agradeceu. Após terminar a fruta, decidiu levantar-se para caminhar um pouco.
Naquele momento, Gustavo chegou em casa. Ao sentir um leve cheiro de álcool nele, Giovanna perguntou:
— Foi a algum jantar de negócios? Bebeu?
Ele raramente bebia por iniciativa própria nesses jantares, mas aquele dia fora uma exceção.
Gustavo sorriu.
— Sim, mas tomei apenas meia taça.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......