A Avó Martins deu uma risadinha e respondeu:
— Não, eu sou só uma velha caquética. Crianças pequenas não podem pegar cheiro de gente velha, senão ficam doentes.
Giovanna sentiu um aperto no coração e disse, resignada:
— Vó, que bobagem é essa que a senhora está dizendo?
Helena também ficou um pouco chateada:
— Mãe, a Clara foi criada por você e sempre foi saudável. E a senhora nem é tão velha assim, só tem alguns fios brancos que podemos tingir depois. Você toma banho todo dia, que história é essa de cheiro de gente velha?
A Avó Martins ignorou o protesto das duas.
— De qualquer forma, não posso. A nossa pequena Alice tem que ter uma vida longa e próspera, sem nunca ficar doente. Eu fico feliz só de olhar para ela.
Helena riu abertamente.
— Quero ver se você vai aguentar não pegá-la no colo quando ela começar a andar e a correr por aí.
A Avó Martins tirou um envelope vermelho com dinheiro e entregou a Giovanna.
— Eu sei que você tem o seu salário e que o Gustavo é muito rico, mas este é o meu presente em dinheiro para a pequena Alice. Faça o favor de aceitar e guardar para ela.
Giovanna notou que o envelope estava bem grosso e ficou intrigada.
— Vó, a senhora não colocou todas as suas economias aqui dentro, não é? A senhora devia guardar para si mesma.
— Eu já estou com um pé na cova, para que eu vou precisar de dinheiro? Esse dinheiro é para a pequena Alice comprar brinquedos e doces, não é para você. Você só vai guardá-lo para ela temporariamente.
Giovanna lembrou-se de quando era criança e tinha um cofrinho para suas economias. Toda vez que ela o abria, notava que o valor havia aumentado misteriosamente. Mais tarde, ela descobriu que era sua avó quem sempre colocava algumas moedas extras lá dentro escondida. Quando ela gastava o dinheiro em brinquedos e bugigangas, a avó nunca reclamava; pelo contrário, ajudava a guardar as coisinhas que ela comprava.
Giovanna se aproximou e notou que a bebê estava com os olhos bem abertos, encarando curiosamente a paisagem.
Gustavo a segurava com extrema habilidade; ele não só havia pesquisado técnicas na internet, mas também observado atentamente a forma como a babá a ninava. Por isso, a pequena Alice adorava o colo dele.
Giovanna mal havia segurado a filha e sentiu uma vontade irresistível de pegá-la. No entanto, de repente, a bebê começou a chorar. Giovanna ficou sem saber o que fazer, mas Gustavo, sem perder o ritmo, já estava indo trocar a fralda.
Quando Helena trouxe a panela de sopa e viu que Gustavo já havia trocado o bebê, ficou imensamente feliz. Giovanna havia encontrado um bom homem; agora nunca mais precisaria sofrer por causa de um casamento.
Com a saúde de Firmino melhorando, Ivone também pegou um voo de volta para a Cidade Nova.
Ao segurar a pequena Alice no colo, os olhos de Ivone ficaram vermelhos de emoção. Giovanna sorriu e perguntou:
— Mãe, aquilo que você disse antes sobre querer cuidar do bebê para mim ainda está de pé?
— Claro que sim, é claro que está de pé! O Firmino está se recuperando muito rápido e eu não preciso ir cuidar dele todos os dias, então vou ficar por aqui para ajudar a cuidar da criança.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Autora ta enrolando demais, que chatissr essa relação Lucas & Giovana, nunca fala a real que existe certidão de casamento Vc colocou a personagem como idiota, submissa Puts ta uma merda.......
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......