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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 849

— Firmino não está se sentindo bem e foi ao hospital para fazer alguns exames. Vou ficar com ele nestes próximos dias, então não poderei ir cuidar de Alice. — A voz de Ivone soava um pouco cansada.

Giovanna demonstrou preocupação: — Mãe, amanhã levarei Alice para visitar o pai. Você também precisa descansar, não vá adoecer de tanto cansaço.

— Certo. Você e Alice também precisam se agasalhar bem. O tempo está muito frio nestes dias, não peguem um resfriado.

Após terminar a conversa com Ivone, Giovanna desligou o telefone.

Gustavo pediu à babá que levasse a pequena Alice para tomar banho e, em seguida, aproximou-se de Giovanna, perguntando:

— O que houve?

— O Tio Peixoto foi internado, amanhã vou levar a Alice para vê-lo. — respondeu Giovanna.

Desde que Firmino havia sofrido aquele acidente grave que o deixou hospitalizado, sua saúde nunca mais fora a mesma.

— A Capital tem as melhores instalações médicas do país. Com certeza ele vai ficar bem, você não precisa se preocupar tanto — tranquilizou Gustavo.

Giovanna assentiu.

No dia seguinte, Gustavo acompanhou Giovanna e a pequena Alice até o hospital.

Firmino estava com o rosto um pouco pálido, mas, ao vê-los chegar, abriu um sorriso:

— Eu só tive uma leve tontura ontem, mas a Ivone ficou tão preocupada que insistiu para me internar.

Sendo casados há anos, Ivone o conhecia muito bem.

Firmino tinha o costume de suportar qualquer dor calado, para não preocupá-la. Por isso, toda vez que ele demonstrava qualquer desconforto, ela era implacável e o arrastava para o hospital.

Odemar também foi visitá-lo.

Após ter passado um tempo ganhando experiência na empresa, sua aura estava ainda mais imponente e madura.

No início, Giovanna achara uma pena que ele tivesse abandonado a carreira de pesquisa, mas ao ouvir Ivone e Gustavo elogiarem o talento nato de Odemar para os negócios, ela entendeu. Agora, com ele na empresa, a situação do Grupo Peixoto estava gradualmente se estabilizando.

Ao meio-dia, todos almoçaram juntos no quarto do hospital.

A pequena Alice, sentada no colo de Gustavo, segurava sua própria mamadeira enquanto seus grandes olhos curiosos passavam por Firmino e Odemar.

Por fim, seu olhar parou no rosto de Odemar. Ela desceu do colo de Gustavo, caminhou até o tio e esticou os bracinhos, pedindo colo.

Odemar sorriu e a pegou, ajeitando-a em suas pernas.

Alice abriu um sorriso satisfeito.

Giovanna levantou-se e a seguiu de perto.

Alice correu atrás da bola até que ela parou diante de um par de sapatos de salto alto.

A menina abaixou-se, pegou a bola e, ao olhar para a mulher, achou a expressão dela tão assustadora que se virou rapidamente e correu de volta para se esconder nos braços da mãe.

— Mamãe.

Giovanna a pegou no colo e a consolou suavemente: — A mamãe está aqui. De agora em diante, não pode sair correndo pelo hospital, está bem?

Em seguida, ela olhou para a mulher à frente.

Era ninguém menos que a Sra. Monteiro, a quem não via há muito tempo.

Desde que a filha dela fora enviada para fora do país e perdeu o contato, a relação entre a Sra. Monteiro e a Família Goulart havia esfriado completamente. Ela contratara pessoas para investigar o paradeiro da filha, mas nunca conseguiu descobrir nada.

Embora Gustavo continuasse enviando vídeos e fotos mostrando que a filha estava viva e bem, isso estava longe de ser suficiente para acalmar seu coração de mãe.

Ela odiava Gustavo e odiava Giovanna.

Agora, ao ver que Giovanna e Gustavo tinham uma filha e viviam felizes, o ódio que corroía seu peito se tornou ainda mais doentio e distorcido.

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