Paloma não esperava que Gustavo fosse atrás não só de sua irmã, mas também dela mesma.
Mas como ele podia ser tão implacável com ela?
Eles cresceram juntos, tinham anos de amizade...
E Ivone e Firmino... Ela havia sido a filha deles por tantos anos, como eles podiam ser tão cruéis com ela?
Claro, agora que eles haviam encontrado os filhos biológicos, naturalmente não a queriam mais.
Pensar que passaria o resto da vida na prisão fez com que um sentimento de pânico tomasse conta de si.
Não, ela não podia simplesmente aceitar esse destino.
Ela precisava ver Gustavo, precisava explicar que só havia cometido todos aqueles erros por causa dele.
Mas Gustavo se recusou a vê-la.
Ele a odiava tanto assim?
Por que não lhe daria sequer uma chance de se explicar?
*
Giovanna saiu do trabalho cedo e acompanhou a pequena Alice até o supermercado próximo para passear.
A pequena Alice estava sentada no carrinho de compras, apontando para a seção de lanches com os olhos brilhando.
— Mamãe, compra.
Giovanna pegou um pacote de biscoitos em formato de palito para crianças, colocou na mão dela e continuou empurrando o carrinho para a frente.
Alice não era gananciosa; com um pacote de biscoitos, ela já ficava plenamente satisfeita.
Giovanna escolheu alguns itens de uso diário e foi para o caixa pagar.
O supermercado não ficava longe de casa. Giovanna colocou Alice no carrinho de bebê e a empurrou em direção à residência.
Alice segurava os biscoitos e continuava murmurando:
— Mamãe, abre o biscoito. Comer biscoito.
Giovanna acariciou a cabeça dela:
— Comemos quando chegarmos em casa.
Alice ouviu e ficou em silêncio, mas depois de um tempo não conseguiu evitar pedir para a mãe abrir o biscoito novamente.
A Sra. Goulart estava sentada em seu carro, observando a sua linda e branquinha neta sentada no carrinho de bebê. O coração dela se encheu de adoração.
Ela queria muito ir até lá e abraçar a neta, mas, como tinha um relacionamento ruim com Giovanna, temia ser enxotada por ela.
Gustavo respondeu com indiferença:
— Não tenho pressa.
A Sra. Goulart estava quase explodindo de raiva.
Aquele filho só havia nascido para lhe cobrar uma dívida de vidas passadas.
Ela não conseguiu evitar de pressioná-lo novamente:
— Neste Festival do Meio Outono, vocês não planejam trazer a criança de volta?
Gustavo disse:
— Vou almoçar em casa. Para o jantar, irei à casa da família Peixoto.
A Sra. Goulart ficou ainda mais brava:
— Você está querendo me matar de raiva? O fato dela poder se casar com você já foi muita sorte da parte dela. Você ainda quer virar genro que mora na casa da esposa? Gustavo, você é meu filho, não vou permitir que nos humilhe dessa forma.
Gustavo retrucou, inexpressivo:
— O pai costumava acompanhar você até a família Gomes para passar o Festival do Meio Outono. Isso também era uma humilhação?
— Como isso pode ser a mesma coisa?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Autora ta enrolando demais, que chatissr essa relação Lucas & Giovana, nunca fala a real que existe certidão de casamento Vc colocou a personagem como idiota, submissa Puts ta uma merda.......
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......