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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 96

Abraçando o braço da mãe com um charme dengoso, Sabrina assentiu:

— Eu sei, mamãe. Eu faço tudo o que a senhora mandar.

Catarina pegou o cartão de crédito, pronta para pagar a conta, quando de repente viu Giovanna.

A expressão afetuosa em seu rosto desapareceu em um instante. No entanto, ela não foi abertamente cruel e sarcástica como das outras vezes.

Ela se aproximou e disse:

— Giovanna, a Sabrina me contou que vocês estão trabalhando na mesma equipe agora. Sendo assim, como irmã mais velha, você tem a obrigação de cuidar bem dela. Não pode implicar com a menina, ouviu bem?

Catarina achava que, por ser quem era, Giovanna acataria suas palavras sem questionar.

Mas a resposta de Giovanna veio carregada de um frio desdém:

— Ah, é? E por que eu faria isso?

Ela desviou o olhar para Sabrina, com os olhos transbordando escárnio:

— Eu não sou tão bondosa e magnânima a ponto de ter que cuidar de cada passo da mulher que tentou roubar o meu homem.

O olhar de Catarina tornou-se afiado.

— É assim que você fala com a sua mãe? Que falta de educação!

— Eu só demonstro educação na frente de pessoas que têm classe — Giovanna rebateu num tom gélido e inabalável. — Você acha que se encaixa nesse grupo?

O peito de Catarina subia e descia, arfando de ódio.

— Eu sei por que você está tão ressentida. Mas a Sabrina e o Lucas têm um sentimento verdadeiro. Não adianta você fazer escândalo. Ouça o meu conselho: deixe o Lucas em paz, encontre um homem que sirva para você e pare de sonhar acordada. Não tente agarrar o que nunca será seu.

Sabrina logo entrou na conversa, fingindo inocência:

— Giovanna, a mamãe só está dizendo isso para o seu próprio bem. Ela tem medo de que você acabe indo pelo caminho errado.

— Ela te ensinou a ser a amante para seduzir o Lucas e tomar o meu lugar, essa é a excelente educação que ela te deu? — Giovanna questionou, letal. — Eu sei muito bem qual caminho estou trilhando. Não preciso que ela me ensine nada.

Mãe e filha não esperavam que Giovanna tivesse a língua tão afiada. Ficaram mudas, engolindo a seco.

Tentando desesperadamente salvar as aparências, Sabrina forçou um sorriso amarelo:

— Do que você está falando, que absurdo... Ah, a propósito, já que nos encontramos, quer jantar lá em casa hoje? O Lucas também vai. Ele disse que quer apresentar alguns clientes e contatos importantes para o meu pai.

Por causa do atrito na loja de sapatos na noite anterior, a atitude de Sabrina com Giovanna no dia seguinte estava péssima. Ela passava o tempo todo procurando pretextos relacionados ao projeto para arrumar confusão.

Giovanna não baixou a cabeça. Usou jargões e argumentos técnicos impecáveis que deixaram Sabrina completamente sem palavras.

Depois de falhar algumas vezes, a frequência com que Sabrina tentava sabotá-la diminuiu.

Giovanna simplesmente a ignorou e continuou seu trabalho. Após organizar os relatórios, preparou-se para ir ao laboratório. Foi quando viu Sabrina parada na porta, falando ao telefone com Lucas numa voz melosa e cheia de romance.

— Não precisa vir me buscar, meu amor. Pegaria mal se a Giovanna visse. Eu consigo ir embora sozinha... Uhum, não se preocupe, eu vou ser uma boa menina e comer direitinho.

Fingindo que não tinha ouvido nada, Giovanna entrou direto no laboratório.

Sabrina encerrou a ligação e entrou logo atrás.

Ao ver Giovanna totalmente concentrada conduzindo um teste, uma ideia atravessou a mente de Sabrina. De propósito, ela pegou um frasco de oxidante forte, caminhou até a bancada de Giovanna e, fingindo ter torcido o pé, derramou o produto químico diretamente nos tubos de ensaio que estavam na mesa.

"Bum!"

Um estrondo ecoou. Giovanna viu um clarão de fogo explodir bem diante dos seus olhos e deu um passo para trás, sobressaltada.

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