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Esposa Secreta, Verdadeira Bilionária romance Capítulo 8

Candy olhou para Claude. Não podia perdê-lo. Claude tinha posição no Grupo Remy e ela tinha certeza de que seria ele quem herdaria todo o império da família Remy, não aquele deficiente.

Claude ainda era a melhor escolha. Não podia perdê-lo.

“Claude.” Chamou, docemente, ficando frente a ele e segurando suas mãos.

“Claude, você superou a Anneli, certo? Não vai me deixar por ela, vai? Estivemos juntos quase um ano, tenho medo que queira ela de volta.” Candy fez beicinho, tentando ser fofa e irresistível.

Claude olhou para ela. Candy era bonita, mas não se comparava à Anneli.

Anneli tinha uma beleza quase angelical – e o irritava não ter tido a chance de levá-la para a cama. Ainda a desejava e queria experimentá-la.

Mas pensava que Candy era mais adequada, já que era a verdadeira filha dos Aubert, e Anneli, uma ninguém.

Precisava manter uma posição forte, pois desejava tirar tudo de Marceau.

“Você é a certa para mim, Candy. É perfeita. Anneli não pode tomar seu lugar.”

Mesmo dizendo isso, sabia que não era verdade.

Ainda queria Anneli.

Droga! Queria as duas.

Por outro lado, Candy sentiu-se aliviada com suas palavras.

Anneli

Assim que saímos do shopping, Marceau soltou minha mão.

Pensei em explicar para que não me odiasse mais.

“Sr. Remy, não vim aqui para ver o Claude, só o encontrei. Vim para…”

“Está me usando para se vingar dele, Anneli?”, perguntou, interrompendo.

Suspirei.

Ele sempre tirava conclusões precipitadas, e minhas explicações pareciam inúteis.

Considerando como tudo aconteceu e o que disse ao Claude, se vim vê-lo ou não parecia irrelevante.

Vi-o passar o polegar pelo lábio inferior e lembrei do beijo.

Engoli seco e soltei: “Peço desculpas pelo beijo. Não pretendia beijá-lo sem permissão.”

Seu olhar endureceu e ofeguei.

“Deveria me agradecer por fazê-lo. Se ouviu tudo, deve ter ouvido o que ele disse – estava zombando de você, mas eu o defendi. Ajudei-o, sabe.”

Ele riu sarcasticamente. “Por que ajudaria um babaca cruel como eu?”

Minha mandíbula caiu – eram as palavras que disse à Georgette no telefone.

Marceau realmente gostava de guardar rancor.

“Babaca cruel? Não sei do que está falando. Só ajudei meu marido.” Murmurei, fingindo ignorância e mudando de assunto. “E obrigada por me defender.”

“Não pense além. Não fiz nada por você.” Respondeu friamente.

Por que não podia ser menos hostil?

Queria retirar minha gratidão.

Lucas, que fora buscar o carro, parou à nossa frente.

Desceu e ajudou Marceau a entrar no banco de trás.

Novamente, perguntei-me por que precisava fingir ser deficiente.

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