Amanda, ao ouvir aquilo, deixou a alegria transbordar ainda mais no olhar. Ela realmente não tinha imaginado que tudo fosse caminhar de forma tão fácil.
Com a conversa chegando àquele ponto, Durval já não tinha mais muito o que discutir:
— Sendo assim, amanhã…
Ele ainda falava quando, do lado de fora, começou um burburinho. De longe, todos ouviram alguém mencionar a palavra “polícia”.
Logo em seguida, uma batida apressada soou na porta.
O coração de Amanda deu um salto estranho, subiu direto para a garganta. Ela, sem perceber, se aproximou mais de Durval.
No instante seguinte, a porta do reservado foi empurrada. Quem entrou foi Cauã.
Durval olhou na direção dele e, ao ver que ele mantinha aquele jeito displicente de sempre, franziu a testa com força:
— Que jeito é esse de entrar? Você não tá vendo que tem convidado importante aqui?
— Convidado importante de onde?
Cauã, fazendo o papel até o fim, enfiou a cabeça para dentro, varreu o ambiente com os olhos e, quando reconheceu Joana, não conseguiu esconder o desprezo e a raiva:
— Desde quando isso aí é convidado importante?
Bastava ele lembrar de tudo o que a irmã tinha sofrido nas mãos daquela velha para a vontade de partir para o tudo ou nada voltar ainda mais forte.
Edson o segurou pelo braço e, desviando a atenção para Durval, avisou:
— Pai, a polícia chegou.
— Polícia?
Durval e Joana se entreolharam, igualmente surpresos.
Joana, por um momento, até esqueceu de se ofender com a forma como Cauã tinha falado com ela.
Naquela noite, com aquela quantidade de autoridades e famílias influentes reunidas, nem um caso gravíssimo justificaria a presença da polícia sem, ao menos, um aviso prévio.
Qualquer passo em falso ali seria visto como um tapa na cara da família Frota, uma afronta direta a Callum.
A mão que Amanda mantinha escondida atrás do corpo começou a tremer.
Quando ela ergueu a cabeça e encarou o olhar de Cauã — um misto de repulsa e diversão cruel —, o estômago dela afundou de vez.
Antes que ela conseguisse reagir, os policiais entraram a passos largos. O que parecia ser o responsável se voltou primeiro para Durval e falou, num tom respeitoso:
— Sr. Durval, me desculpe. A questão é de vida ou morte. A gente não teve escolha.
Durval franziu o cenho:
— Isso tem a ver com qual convidado?
— É com… — O policial hesitou um segundo e então desviou o olhar para o lado de Durval. — Com a Amanda.
A porta do reservado continuava escancarada. Quem estava mais perto do corredor ouviu claramente e, em poucos segundos, o clima mudou. Expressões se fecharam, olhares se cruzaram.
— Impossível. Vocês devem estar enganados. Vocês têm ideia do estrago que é fazer uma acusação dessa, na frente de tanta gente, para a reputação de uma moça?
Naquele salão, praticamente todo mundo era figurão de Cidade A e Cidade B. A família Marques também estava lá.
Com um escândalo daqueles, o casamento pelo qual Amanda tanto ansiava ia por água abaixo na mesma hora.
Depois disso, se ela quisesse arrumar um marido à altura, seria quase impossível. Quem ia aceitar entregar o próprio filho para uma mulher apontada como fria e perigosa?
Ao pensar nisso, o rosto de Durval ficou ainda mais severo. Ele virou para Edson:
— E a Nina? Chama ela aqui!
A festa daquela noite tinha sido organizada, do começo ao fim, por Nina.
Se a polícia tinha aparecido ali sem qualquer aviso, aquilo, aos olhos dele, era uma falha grave dela.
Mas, antes mesmo que ele terminasse de reclamar, Nina surgiu ao longe, caminhando na direção deles com um sorriso tranquilo no rosto.
Para Amanda, aquele sorriso tinha gosto de pesadelo. Ela agarrou o braço de Durval com força e apontou na direção de Nina:
— Foi a Nina! Pai, com certeza foi a Nina que armou alguma coisa!
Ela já tinha achado estranho: Nina, de repente, tão permissiva, sem tentar impedir em nenhum momento que ela viesse ao baile.
Agora ela entendia. Tudo já estava armado desde o começo.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso
a história está se perdendo, a autora deveria se atentar! ja esta ridículo, péssimo de ler...
ja esta a mais de 200 capítulos com todo mundo, menos a Luiza, sem saber quem é a família biológica. Muita enrolação...
Perdendo o estímulo pra acompanhar, Tá muito cansativa a estória, excluiu vários e está envolvendo outros personagens para sustentar. Mas está sem graça. Melhor finalizar....
Esse livro é uma desgraça, desistindo. Quem escreveu precisa se aposentar....
Mas que chatice! Toda vez essa enrolação, fala que vai oficializar o divórcio tem 50 capítulos já! Saco!...
Nos capítulos 300 e pouco parece que a história perde a consistência. Lilian parece ter esquecido algumas coisas sobre Luiza e Gustavo. Ale disso muitas coisas acontecem de forma forçadamente conveniente e até pouco criativas. Tá difícil continuar....
A história tem um plot super interessante, porém a experiência é estragada com 50 capítulos que são pura enrolação, 50 capítulos que não precisavam existir porque já descrevem tramas que apareceram e foram resolvidas, a formatação da capítulos é sofrível com diálogo sendo divididos em capítulos minúsculos e estragando o ritmo narrativo e o aparente abandono dos personagens principais no final da história. Poderia ser uma excelente, mas a execução e o layout estragaram tudo...
A história era da Luiza, do Ethan e do Gustavo, agora, parece, que a autora se perdeu.... Eles nem aparecem na história. O que está escrevendo seria material para um outro livro. Se eu dissesse que é meu ridículo, estaria errada.... é totalmente ridículo!...
Capítulo 787 e do nada agora precisa pagar para ler, esqueceram a Luiza que pasmem ainda está grávida, não sabe sobre a família verdadeira, não fala de casamento com o Gustavo e a Nina não divorciou. O enredo da história é ótimo a intenção foi ótima, a execução foi péssima, a história enrola mto, um vai e volta no passado que chega a dar ânsia, mtos capítulos eu passei direto pq aquele vai e volta aquela explicação dava dor de cabeça, fora que a forma como falam dos personagens até quando falam das roupas, da fisionomia deixam mto a desejar. Agora q história tá focada na Nina, gente que livro ruim...
comecei a ler pq amei como a luiza era esperta e bem resolvida. agora ela tá completamente infantil. o problema dessa história é as pessoas não abrirem a boca pra falar, acham que os outros tem bola de cristal ou são videntes. coisa chata...