No dia do jantar de família, o tempo amanheceu surpreendentemente bom.
Soren saiu da empresa meia hora mais cedo. Quando o sedã preto deixou a garagem subterrânea, Bryan, no banco do passageiro da frente, lhe estendeu uma pasta com documentos, mas Soren recusou com um gesto:
— Hoje eu não vou falar de trabalho.
Ele se recostou no banco de trás e fechou os olhos, tentando descansar, mas os dedos, apoiados sobre os joelhos, se contraíam e relaxavam involuntariamente.
O carro tinha acabado de entrar na via principal quando o celular tocou.
No visor, apareceu uma sequência de números tão estranha que mais parecia um código aleatório do que um número de telefone.
A primeira reação de Soren foi recusar a ligação. Mas, por impulso, acabou atendendo.
Ele não falou nada de imediato.
Do outro lado, surgiu uma voz rouca e pausada, com um timbre sombrio, quase fúnebre:
— Sr. Soren, estes últimos dias têm sido agradáveis para você, né?
Soren reconheceu a voz na hora: era Osvaldo.
Ele não tentou negar. Um sorriso discreto chegou a surgir no canto de seus lábios.
— Graças ao senhor, o Gustavo realmente recuou. — Respondeu ele. — Os projetos estão sendo retomados aos poucos, e as coisas estão voltando ao normal.
— Eu disse que, fazendo negócio comigo, você não sairia perdendo. — Afirmou Osvaldo, com absoluta confiança.
Soren desviou o olhar para a janela, observando as árvores passarem rapidamente, e admitiu sem rodeios:
— É verdade. Eu não saí perdendo. Nem nos negócios, nem no casamento.
— Hum.
Osvaldo soltou apenas esse som neutro.
Soren percebeu que havia algo estranho naquele tom.
Pelo rumo que as coisas estavam tomando, Osvaldo deveria estar satisfeito. Quanto mais vantagens Soren obtivesse, mais dependeria do plano dos dois.
Mas, em vez de satisfação, a voz de Osvaldo parecia carregar uma preocupação crescente, como se ele tivesse percebido algum perigo iminente.
No instante seguinte, ele mudou o rumo da conversa:
— Sr. Soren, por mais que as coisas pareçam favoráveis, você ainda não pode baixar a guarda.
Soren franziu a testa:
— O que o senhor quer dizer?


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Esquece, Ethan! A Senhora Está Noiva do CEO Mais Poderoso
Sinceramente, ta chato ter que pagar e não chega logo a parte que Luiza descobre os pais, e a verdade identidade de Osvaldo...
Cadê o resto, eu já estou sofrendo com essa enrolação toda, ainda por cima estão colocando cada vez mais barreiras... A única coisa que site faz com isso é perder leitores pra outros títulos, nós perdemos tempo e dinheiro, vocês perdem a fidelização dos leitores....
Gente de novo essa palhaçada de não postar os capítulos e isso pq é pago e não é barato😡😤🤬...
Cadê os outros capítulos?...
a história está se perdendo, a autora deveria se atentar! ja esta ridículo, péssimo de ler...
ja esta a mais de 200 capítulos com todo mundo, menos a Luiza, sem saber quem é a família biológica. Muita enrolação...
Perdendo o estímulo pra acompanhar, Tá muito cansativa a estória, excluiu vários e está envolvendo outros personagens para sustentar. Mas está sem graça. Melhor finalizar....
Esse livro é uma desgraça, desistindo. Quem escreveu precisa se aposentar....
Mas que chatice! Toda vez essa enrolação, fala que vai oficializar o divórcio tem 50 capítulos já! Saco!...
Nos capítulos 300 e pouco parece que a história perde a consistência. Lilian parece ter esquecido algumas coisas sobre Luiza e Gustavo. Ale disso muitas coisas acontecem de forma forçadamente conveniente e até pouco criativas. Tá difícil continuar....