Alto, nobre e de boa aparência, ele parou em frente à pequena prateleira e examinou as camisinhas com atenção.
De todas as marcas e modelos.
Ela ficou parada ao seu lado.
Os dois tinham uma aparência excepcional e atraíam os olhares das pessoas que passavam por ali.
Ela se sentia como uma ladra com peso na consciência. Com todos a observando, não tinha coragem de olhar para Dante, muito menos para a prateleira. Ela desviou o rosto e olhou para o lado oposto.
— Bella. — Ele falou de repente.
Ela travou por um momento e virou o rosto por instinto. Olhou para ele.
Ele... a chamou assim?
Dante olhou para ela e perguntou: — Qual tipo ou sabor você gosta?
A voz dele estava mais leve que o normal, abaixada de propósito. Gentil e magnética.
Combinada com a pergunta dele, o rosto dela ficou ainda mais vermelho.
Ela olhou para as camisinhas na prateleira. Como ela saberia?
Ela nunca usou.
Ela só queria que aquilo acabasse rápido, caso contrário, os dois pareciam atrações de circo ali.
— Qualquer uma. — Ela disse de forma leve com o rosto ruborizado: — ...Pode pegar a que você gosta.
Dante: "..."
A que ele gosta?
Ele nunca tinha usado. Não sabia de qual sabor ou tipo ele gostava.
Guiado pelo princípio de que só poderia encontrar o melhor e mais adequado se tentasse de tudo, ele pegou uma caixa de cada marca, modelo e sabor disponível na prateleira.
Ele quase esvaziou a prateleira.
Isabella: "..."
Ele amava todas?
Cada marca, tipo, sabor?
O caixa: "..."
Deu uma olhada para ele e outra para ela.
Isabella: "...!!"
Olhou pra ela pra quê?
Não era ela quem estava comprando.

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